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sábado, 6 de novembro de 2010

Magia Natalina





É, praticamente já estamos no Natal. E a magia natalina (ou comercial) já se espalha por entre as vitrines das lojas, shopppins, lembrando ao mal avisado consumidor que chegou a hora de comprar, comprar e comprar.





Não, não, esta não é a magia do Natal.

Volta tudo. Vamos recomeçar o texto.


Eu amo o Natal. Sempre gostei. Quando criança, é claro que a expectativa pelo presente, como qualquer ser humano normal, embalava minha espera pela noite do dia 24 de dezembro. Aos poucos, à medida que crescia, descobri que Papai Noel pode continuar existindo, não na sua forma lúdica e tradicional, mas sim nas intenções daqueles que tem o coração puro.

Essa é a magia do meu Natal. Coincidentemente, o período natalino encerra também um ano. É momento de fazer balanços, repensar, reiniciar, resgatar, recomeçar. E como é bom. Que oportunidade temos de fazer isso durante o resto do ano? Difícil.

Por isso, aproveito a oportunidade para reavaliar todas as minhas ações, limpar meus pensamentos, jogar fora o que não presta e começar o ano com a gaveta vazia, pronta para novos projetos e reescrever a minha história.

O Menino Jesus embala minha trajetória revigorada. Tem coisa melhor do que um sorriso de criança pra fazer isso?

Se quiser recomeçar também, dê uma passada na sessão Vida de Fé e Caridade e opte por uma das sugestões ali existentes. Recicle seus hábitos... o melhor beneficiado será você mesmo e, de quebra, todos à sua volta. A humanidade só melhora se cada um de nós, individualmente, melhorarmos também.

Feliz Natal! E um excelente recomeço em 2011!


sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O Blog tá cheio de novidades





Sim, temos novidades.

Pra quem não notou nada de diferente no blog, este post tem o único objetivo de chamar a atenção para a barra superior. Novos links foram inseridos (estou praticamente uma programadora).

Agora temos dez sessões totalmente novas no pedaço. Ei-las:

1) Sugestões de Leitura: sempre um livro interessante

2) Vida de Sucesso: mundo corporativo, profissões e labuta

3) Vida Engraçada: os cinco vídeos mais engraçados da semana, porque a vida também é feita de gargalhadas

4) Vida de Fé e Caridade: opções de voluntariado, mensagem espíritas, fé e religião

5) Vida de Perua: moda e beleza

6) Vida do passado (anos 70, 80 e 90): recordações de décadas que não voltam mais

7) Vida de namorada, noiva e casada: relacionamentos

8) Vida de Mãe: pra que já tem ou quer ter um filho

9) Casa, Comida e Roupa Suja: decoração, receitinhas práticas e irritações do cotidiano doméstico

10) Vida de Esportista: esporte, saúde e qualidade de vida

E aí, o que acharam?

Separatismo?


Passadas as eleições, assusto-me com a quantidade absurda de ideias e renascimentos do movimento separatista do tipo "O Sul é o meu país".

A eleição de Dilma, visualizada no mapa brasileiro, ainda que evidente a sua força nordestina, não tem o condão de pregar o separatismo brasileiro. Sou do sul do país, nasci e vivi aqui durante meus atuais trinta e tantos anos e não simpatizo nada com a ideia de dois Brasis.

A primeira grande lição de Nação passa pelo conceito de união de hábitos, tradições, religião, língua e consciência nacional. Apesar de o território ser um elemento secundário na caracterização de nação, é certo que sua existência no Brasil, assim como é, com nortes, nordestes, sudestes e tudo mais, simbolizam nossa verdadeira face.

Evidentemente que, num país tão grande, dimensões continentais necessariamente implicam em diversidades. E é exatamente nas diferenças que se encontram forças únicas e complementares entre si. O Brasil é o que é, e continuará sendo, com seus oito milhões e tantos mil metros quadrados, e com 190 milhões dentro, sempre. Não será meia dúzia de idealistas contrários que farão mudar isto.

Não votei Dilma. Mas amo a democracia e aceito o resultado das urnas. Agora, farei o que estiver ao meu alcance para apoiar nossa Presidente a fazer com que as ainda gritantes diferenças sociais desse Brasil sejam extirpadas da nossa realidade.

O Brasil é meu país.


quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Ahhhhhh, uma coca zero!

Não, não, não estou fazendo propaganda. Usei a imagem acima para dizer que, sinceramente, tem horas que só uma coca zero pra rebater! Confesso, confesso, sou viciada em coca-cola (a zero). Até tento me afastar desse saboroso veneninho, quando descobri que ele serve até pra desentupir pia, mas tem horas (de novo), que só uma coca zero resolve!

Nem ligo se vou a uma doceria, peço aquele baita pedaço de bolo e na hora do refrigerante, nem fico corada em pedir coca cola zero. E tem que ser a zero, viu moço? Às vezes, acho que por sacanagem, trazem a normal, pensando que ficarei constrangida com a tal bomba calórica doce, rebatida com a sem-culpa coca cola zero. Jamais, o que vale é a opinião do cliente, é ou não é?

Muitas vezes já me peguei lendo o rótulo do tal veneninho, pra saber qual a sua mágica composição, sem sucesso, impossível entender algo. Dá, inclusive, pra ter medo de ingerir aquilo tudo. E a tal fenilalanina? que diabos é isso? Com esse nome, boa coisa não deve ser.

Deixa pra lá. No momento em que a garganta gela com um gole de coca zero, isso tudo fica secundário. E a vida é repleta de momentos, estressantes ou não, cujo fim único é um golinho mágico. O bom da coca cola zero é que permite o perfeito fechamento, seja de uma situação boa ou ruim.

Quem nunca acordou de madrugada pra tomar um golinho, aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, atire a primeira pedra.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Bom dia por quê?

Isto é bem real, não há como fugir... todos temos nossas manias. Convenhamos, todas as manias têm algo de engraçado, exatamente por serem absolutamente inexplicáveis.

Uma das minhas tantas características é o fato de ODIAR acordar cedo. Sinceramente, não entendo a razão de levantar da cama antes das 9 da manhã, tão quentinha e convidativa, pra simplesmente tomar café e começar o dia...

Evidentemente que quando há compromisso, tudo bem, mas quando não...

Sábados, domingos, feriados, prolongados ou não, foram feitos pra acordar tarde. Já tiveram que acordar cedo um dia desses e ver o que acontece? Só tem doido na rua. Certa vez, saí de casa num sábado às 6 da manhã pra um compromisso qualquer (evidente, absolutamente contrariada). Já tinha gente também saindo de casa pra, tão somente, fazer a feira da semana. Ora bolas, não podia ir à feira às 9:30, 10 horas que seja? Ou então ir no supermercado lá pelas 19 horas? Qual a diferença dos produtos da feira de bairro e do supermercado? Este último ainda tem a vantagem de oferecer as verduras já empacotadas, descascadas e lavadas. Preço? Agrotóxicos? Sabor? Nada vale mais do que meus minutos a mais de sono.

Tem gente que acorda cedo num sábado pra 'fazer exercício'. Ótimo, faz muito bem à saúde, mas precisa ser às seis da matina? Faça-me o favor. O dia é tão longo, não é possível que não exista outro momento mais oportuno. Nessas horas eu lembro de uma boa frase que meu irmão costuma sempre dizer, ao ver esse tipo de doido na rua caminhando cedinho...'é, o médico mandou'... só assim pra ter força de vontade e levantar cedo pra uma tarefa dessas.

Há ainda os que acordam cedo só pra ter o prazer de acordar a casa toda, ligar o rádio pra ouvir as notícias do dia antes dos outros, pra arrumar o cabelo indomável ou pra tomar café e ir ao banheiro demoradamente.

Mas não pensem que acordo mal humorada, muito pelo contrário. É apenas meu relógio biológico que tem um defeito, ou melhor dizendo, uma programação diferenciada: só depois das dez. Sabendo disso, eu preferi, ao longo da vida, ir dominando estratégias pra levar cada vez menos tempo pra me arrumar e sair de casa. Assim, ainda consigo acordar em preciosos minutos mais tarde.

Manias, manias. Cada um com a sua.

Sentimentos


Consultórios médicos são sempre uma boa oportunidade para ler revistas de fofocas... não sei quanto a vocês, mas toda vez que vou a um médico, de qualquer especialidade, deparo-me com quilos de revistas das (sub)celebridades e, é claro, irresistíveis. Uma capa do tipo "O desabafo de Fulana" é imperdível.

Pois bem. Hoje fui a um consultório e, pasmem, nada de revistas de fofocas. O que aconteceu com o (sub)mundo das (sub)celebridades? Não há mais notícias? Óbvio que não, apenas um consultório diferente, que não era consumidor de revistas do tipo. Apenas revistas corporativas, médicas, de saúde, qualidade de vida, e até dicas de leitura. Foi neste encarte que comecei minha tarde de espera.

Ainda não expus aqui minha paixão por livrarias. Adoro ver os lançamentos, ler orelhas, assim, despreocupadamente, sem pressa, sem compromissos. Passear entre os livros me acalma, faz bem. Como não podia estar em uma naquele momento, contentei-me com o tal encarte.

Falava sobre lançamentos, das mais diversas área do conhecimento. Preços, condições de pagamento, promoções, coisas do tipo. Mas o que realmente me chamou a atenção foi uma coleção infantil entitulada "Minhas emoções". Os títulos eram bem sugestivos: 'Sinto Medo', ''Sinto Inveja', "Sinto Raiva' e 'Sinto Tristeza'. Tinha o objetivo de fazer crianças aprenderem a lidar com seus sentimentos. 

Parece cruel imaginar que crianças devam aprender algo tão dramático tão cedo, mas inevitavelmente, é sim, importante. Ninguém está livre de ter medo, inveja, raiva ou tristeza ao longo da vida. Aliás, são episódios quase que diários e não temos algum 'treinamento' específico para entender emoções tão fortes e tão naturalmente humanas. Não somos preparados para enfrentar estes turbilhões emotivos frequentes. daí a razão para tantas sertralinas, rivotris e lexotans. Fiquei curiosa.

Na próxima visita à livraria, terei destino certo.


sábado, 30 de outubro de 2010

Expressão artística



Uma das coisas que mais gosto de fazer com minha filha é pintar. Não sei bem ao certo, mas aquela calmaria, aquela paz em somente escolher as cores e dispô-las num papel branco me acalma, me faz bem. Nem me importo com a sujeira e a bagunça, só as gargalhadas e sorrisos de minha pequena valem a lambança.

Dia desses chegou às minhas mãos um livro cujo título não lembro ao certo, mas era algo do tipo "as coisas que você não deve deixar de fazer com seu filho"... ideias interessantíssimas estavam ali e fiquei muitíssimo feliz em saber que boa parte das sugestões eu já tinha feito com minha filha.

Faltam ainda festa do pijama com família e amigos, casa na árvore, fazer animais com sombra em dias de falta de luz, e algumas outras tantas. Em breve, estarei realizando todas elas. E, na pintura, ainda falta a bagunça no lençol. A atividade é simples: um lençol branco, qualquer, pode ser de solteiro, pra ficar com a criança depois, ou de casal, pra presentear os pais, avós, padrinhos ou tios. Abre aquele lençol num espaço grande e deixa tintas de várias cores à disposição. Depois, é só usar pincel, dedo das mãos ou pés e deixar a criança se esbaldar... os adultos também estão convidados e a farra fica ainda maior.

Depois do 'desenho' pronto, deixar secar e embrulhar num lindo pacote para presentar o escolhido. Toda vez que a pessoa usar, vai saber que o lençol foi feito com base em risos e gargalhadas, e só isso fará a noite mais feliz.

Ter filhos é tudo de bom, melhor ainda é fazê-los felizes!


sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Boi de Mamão


Eu sei, eu sei, estou muito folclórica ultimamente. Prometo mudar de tema em breve. Por enquanto, continuo na 'vibe', e peço licença aos leitores pra chamar a atenção para o assunto a seguir.

Moro numa cidade cuja manifestação folclórica mais expressiva é o boi de mamão. Não, não precisa jogar no 'google', moro em Florianópolis. Aqui, a cultura açoriana é marcante, nos monumentos, arquitetura, comida, dialeto manezês, pau de fita e boi de mamão.

Desde criança convivi e assisti inúmeras vezes o espetáculo e, é claro, até hoje adoro assistir. Fim de semana passado, surpreendi-me com a dedicação e a beleza dos personagens trazida pelo Grupo Folclórico Filhos da Terra. Para se ter uma ideia, a bernunça, efetivamente, engolia as crianças que assistiam, que depois corriam até seus pais com aquela cara de espanto e alegria. Nem preciso dizer que minha filha fez questão de ser 'engolida' por duas vezes. Divertidíssimo.

No entanto, talvez por preguiça ou falta de interesse, não sabia ao certo o significado da encenação e dos personagens, embora as soubesse de cor. Nunca é tarde. Transcrevo a seguir alguns trechos extraídos do site http://www.manezinhodailha.com.br, para deleite dos interessados.

O Folguedo, em resumo, conta a história de um boi que está muito doente e deve ser levado ao veterinário - Seo Doutor. Esse, com poucos remédios e sua benzedura, livra o boi da agonia da morte. Termina com sua cura e com o ginete em seu cavalinho laçando o boi. Todos os personagens dançam ao som da cantoria e com o chamador que canta os versos para chamá-los. As cantorias diferem, havendo muita improvisação por parte dos Músicos que tem no pandeiro, violão e na gaita, seus principais instrumentos musicais, bem como entre eles o Chamador que tem a responsabilidade pela cantoria. Ao lado, o Coro de vozes, acompanhando todas as melodias entoadas pelo chamador.

O Boi de Mamão no sul, é menos místico e mais gracioso com coreografias mais alegres, se comparado ao Bumba Meu Boi. Encanta adultos e, principalmente, as crianças. Mesmo com o temor das investidas do Boi e a fantástica figura da Bernunça, que sempre quer engoli-las é o mais popular folguedo de nossa terra. Este folguedo teve outras denominações como: Boi de Pau, Boi de Palha, Boi de Pano e finalmente o Boi de Mamão. Esta designação dizem vir, a partir do momento em que foi usado para fazer a cabeça do boi, um mamão verde.

A primeira apresentação pública documentada deste folguedo foi descrita pelo professor e escritor José Arthur Boiteaux no seu livro "Águas Passadas" no ano de 1930. Diz ele que em dezembro de 1871 o então Presidente da Província de Santa Catarina, Dr. Joaquim Bandeira Gouvêa, sabedor que era da existência de um Boi de Mamão ali pelos lados do antigo Campo do Manejo, mandou seu secretário convidar o mestre vaqueiro para que trouxesse o Boi para uma apresentação em frente ao palácio do governo, o que aconteceu durante a noite. Este boi saiu de um galpão próximo do forte Santa Bárbara.

Mateus e o Vaqueiro são os responsáveis por tornar a brincadeira mais divertida, pois são eles que ficam entregues as palhaçadas e a dramatização do auto. Brincadeira de boi, com um Mateus que não seja cômico, não despertará a atenção do público, pois é ele que deve improvisar o espetáculo e criar situações embaraçosas. O Seo Doutor, figura hilária onde movido a "pinga" faz o atendimento do boi adoecido sempre atrapalhado pelo cachorro e o urubu.

Dona Maricota, com seus três metros de altura, ensina para as crianças que "tamanho não é documento", pois com seus braços longos e mãos espalmadas, vai distribuindo muitas carícias - existiram grupos onde a Maricota era personagem que zangada distribuía tapas em quem estivesse ao seu alcance. Já a Cabrinha e a Bernúnça, conhecida como a que"come tudo que lhe dão", inclusive "gente", possuem coreografia própria. A Bernúnça nada mais é do que uma espécie de bicho-papão, que a maioria das crianças temem.

A Maricota e a Bernúnça foram acrescentadas ao folguedo na primeira metade do século passado, entretanto outras figuras fantasmagóricas já haviam sido introduzidas em alguns Bois-de-Mamão como a Caipora, que figurava como fantasma de assombração.

Segundo Câmara Cascudo, a Bernúnça foi introduzida em São José por volta de 1923, por um preto de nome Felipe Roque de Almeida, trazida por ele dos sertões de Itajaí. O "bicho" teria sido "inventado" por um indivíduo daquelas paragens que procurou fazê-lo o mais grotesco possível e, antes de exibi-lo no Boi, foi mostrá-lo a uma tia, escancarando a boca, o que proporcionou à velha tal susto que a mesma o esconjurou, nervosa, repetindo o sinal da cruz: Abrenúncio! (Satanás!), Abrenúncio! (Satanás!).

Já a Maricota, passou a ser figurante no Boi-de-mamão mais recentemente - nos anos 60 eu presenciei várias apresentações com este personagem. Acredita-se ter sido baseada num componente circense, durante a apresentação de um circo na Ilha-capital. Era esta uma mulher muito alta, que interagia com palhaços. Essa interação acontecia de uma forma bem violenta. A mulher ficava distribuindo bofetadas nos dois palhaços, e esses tentavam fugir de seus golpes.

Cavalinho, embora a maioria das pessoas não perceba, é a figura mais compenetrada em seu papel, apresentando movimentos perfeitos. Seus rodopios são calculados, seus movimentos são rápidos, boleando ou em volta do boi ou investindo contra a platéia. O ponto culminante desse folguedo é a cena do laço. Quando o Vaqueiro laça o boi, após sua ressurreição, toda a platéia aplaude. Já o boi, que pressente o laço, corcoveia, mas o Vaqueiro deve envolver as aspas do boi , para fazer sua retirada, antes que machuque alguém.

Urso Preto, o Urso Branco, o Macaco foram elementos que agregados a brincadeira envolvem as crianças, principalmente, quando brincam em roda, no colo ou mesmo assustando a platéia. O Cachorro e o Urubu são figuras coadjuvantes que participam durante o ato da morte do boi atrapalhando o Vaqueiro, o Mateus e o Seo Doutor. Havia ainda o Marimbondo, Curupira, que como a caipora sumiram do universo da brincadeira do boi.

Aprenderam? Assistir ao próximo Boi de Mamão não será apenas divertido...

Saci com abóbora assombrada?


Escrevi por aqui algo sobre as festas de Halloween, bem me lembro. Lembro também de não aceitar a aversão de algumas pessoas sobre o fato de nós, por aqui, comemorarmos, meio estupidamente, o Dia das Bruxas, sendo que nenhuma ligação temos com tal cultura.

Pois bem. Navegando hoje pela net, deparei-me com o Dia do Saci, uma comemoração que está se firmando em 31 de outubro, homenageando nosso personagem folclórico famoso, em repúdio ao Dia das Bruxas.

A ideia do Dia do Saci, além de configurar uma comemoração autêntica e genuinamente brasileira, está também relacionada à proteção à natureza, já que o negrinho do gorro vermelho, de uma perna só, é guardião da floresta, e como tal, a ama e a protege.

Ótima alternativa para aqueles que, diferente de mim, acreditam que a veneração única de sua própria cultura é melhor.

Gosto das duas opções, afinal, os vampiros e lobisomens têm lá o seu charme...


Repaginando...


Sim, sim, caro leitor, este blog estava em obras. Espero que tenham gostado do novo layout e das firulinhas que inventei. Acredito que tenha ficado mais aconchegante e ao mesmo tempo que continue a despertar o interesse de todos os que por aqui passam.

Vocês não imaginam a satisfação de receber emails perguntando: e aí, e o blog? Saiu do ar? O que houve? Quero ser leitor convidado, libera aí...

Primeiro é preciso explicar: a configuração de blogs dá ao autor algumas opções: opção 1: todos podem acessar o blog; opção 2: apenas alguns podem acessar; opção 3: somente o autor do blog pode acessar.

Para tirar o blog do ar, perderia tudo. Então optei pelo 3: somente eu estava acessando o blog neste período. Estranhamente, ao acessar a página, os leitores tinham a seguinte mensagem arrogante...Você não é convidado deste blog.... juro, não fiz isso, foi algum tilt na configuração.

Explicações feitas, é hora de recomeçar, sempre.

Espero que gostem.
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