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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Plantas em casa


Podem me chamar do que quiserem, mas eu confesso que detesto planta! Tá, também não é tanto assim, não chega a ser um ódio extremo, adoro receber flores, já é alguma coisa, algum resquício de um amorzinho lá escondido, mas dá pena porque elas morrem rápido e eu não tenho paciência nenhuma pra cuidar das bichas depois que ganho.

Elas ficam lá, enfeitando o ambiente pelo tempo que Deus permitir e pronto, seguem para o lixo. É cruel, mas é a pura verdade.

Na verdade, plantas devem ficar fora de casa, assim como os cachorros. Sim, eu trato cachorro como cachorro, pasmem! (Coisa difícil e estranha hoje em dia, em que passa a ser normal tratar bicho como gente, mas isto é assunto pra outro post).

Continuando...

Moro numa casa. Temos um jardim em frente à casa e um na parte de trás. Tudo muito lindinho e arrumadinho (às vezes), e graças a Deus que essa parte fica a cargo das tarefas masculinas que meu marido assumiu com prazer (nem tanto assim), na nossa clássica divisão de tarefas domésticas.

Nem tomo conhecimento dos jardins. O máximo que fiz foi comprar um catavento, que achei lindinho, e fincar no jardim lá de trás. E só. Também tentei plantar umas flores que ganhei de aniversário, certa vez, pra ver se elas duravam mais tempo enfeitando. Fracasso total, parece que morreram mais rápido ainda.

Fico aflita só em pensar numa casa cheia de plantas. Juro que tentei muitas vezes, mas perdi a conta das plantas que morreram ou por falta d'água ou por excesso dela. Então desisti. Cada uma tem um 'jeitinho', uma maneira especial de ser tratada.... ahhhhhhhhh, faça-me o favor!!!! Não vou ficar decorando qual tipo gosta de sol, qual tipo não, qual tipo precisa de água todo dia, e qual é que precisa somente uma vez por semana. Planta é planta oras, se estivessem plantadas na floresta, viviam de qualquer jeito, conforme São Pedro determinasse o ritmo das chuvas e do sol. Tenho mais o que fazer!

Vi umas fotos bizarras de cozinhas e salas cheia de plantas, isso me dá nos nervos! Imagina cozinhar com um monte de coisa verde olhando pra você. E o cheiro de terra molhada e de mofo que deve dar? Credo! E samambaias então? Deusolivre! Tem coisa mais horrenda do que uma samambaia gigante no meio da sala? Eu não consigo pensar em algo pior.

Vou pensar em plantas diferentes esse ano. Quem sabe uma planta de plástico, daquelas que parecem reais e que só precisam da gente pra tirar o pó de vez em quando? Pode ser uma boa pedida. Não tem cheiro, não dão trabalho, não juntam bichos, não precisam de água nem de sol, e ainda por cima fazem o mesmo efeito das naturais, aquele efeito bonito, que eu também gosto, de encher a sala de uma forma ímpar.


Pouco, tá? Uma ou duas, está mais do que bom.




Ai que preguiça!


Tá, vou confessar. Todo ano é o mesmo dilema. Morro de preguiça de desmontar a decoração de Natal. Pô, troço chato! Eu adoro Natal, adoro decorar a casa, boto musiquinha, enfeito tudo, mó clima legal... Agora, desmontar, faça-me o favor.

Porque as bolinhas, os festões e as árvores simplesmente não desaparecem depois do dia 25 de dezembro? Seria tão mais fácil...

E esse negócio de desmontar com hora marcada? Dia 6 de janeiro, dia dos Reis Magos, é o dia tradicional de desmontar a decoração. Isso é tão aflitivo!!! Me dá nos nervos. É a mesma coisa de ter hora marcada pra ir ao dentista, é hora marcada para o sofrimento. Já vou ficando ansiosa...

E também, vamos combinar, depois do Natal manter a decoração natalina não tem nada a ver. Passar o reveillon com luzes de Natal é brega pacas. Já passou, já foi, não tem mais clima! Vira a página, oras!

Tenho fugido desse meu stress pós natalino tirando a decoração bem antes do tal dia marcado. Geralmente lá pelo dia 27 ou 28 de dezembro a casa já está toda normal de novo. Mas esse ano, sei lá porque, não consegui fazer isso. E agora vivo a angústia do dia 6 de janeiro novamente.

Não, isso não, nada de angústia pro ano novo, dá azar!

Esse post me animou, hoje mesmo essa decoração toda vai para as caixas.


Ano que vem as duas árvores aqui de casa já tem o tema estabelecido. Uma será de ursinhos de pelúcia (sempre quis ter uma assim) e a outra será do time de futebol Figueirense, em homenagem aos torcedores oficiais aqui de casa, minha filha e meu marido. Isto é que é amor, porque eu sou avaiana (Avaí, uhuuuu!). Para quem não conhece os times, são os dois da cidade de Florianópolis, que depois de algumas décadas voltarão a se enfrentar na séria A do brasileirão em 2011. Vamos ver no que vai dar isso.


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