RSS
Mostrando postagens com marcador Vida filosófica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vida filosófica. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Frases de todo dia


Eu sempre fui apaixonada por frases. Não qualquer frase, é claro, mas principalmente as curtas (no tamanho), mas enormes de conteúdo. A capacidade do autor em sintetizar um pensamento reflexivo em apenas uma única frase, daquele jeito em que o leitor fica em silêncio, durante algum tempo, após lê-la é um talento que admiro muitíssimo.

Vagando eu pelos sites da internet, estava à procura de um adesivo decorativo para a minha sala. Encantei-me com árvores e frases, por certo. São milhares de opções de letras, cores, formas, tamanhos, que dá até vontade de desistir...

Qualquer frase é possível personalizar, e é preciso encontrar aquela que mais combina com o contexto do ambiente, o estilo dos moradores e com a mensagem que se pretende deixar marcado a todos que visitam aquele ambiente.

Então, estou à procura desta tal.

E nesta procura - aliás, a melhor parte - lembrei do quanto amo frases reflexivas e impactantes... Fui atrás das melhores frases do mundo. Encontrei aquelas que mais se repetem em vários sites com este propósito, e praticamente todos se concentram em três pensadores, não por acaso, dos maiores gênios da humanidade...

Friedrich Nietzsche, filólogo alemão.
William Shakespeare , poeta e dramaturgo inglês
e Winston Churchill, historiador, escritor e estadista notável.


Doos três, pérolas incríveis deparo-me todos os dias. Suas frases são um deleite para a reflexão, um convite ao pensamento fértil e ao crescimento espiritual.

Continuarei a minha pesquisa até encontrar 'a' frase que traduz o que pretendo...

Vem comigo e faça também sua viagem...

Do alemão:

"A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez.” 
“O que não provoca minha morte faz com que eu fique mais forte.” 
“Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar.” 
“É mais fácil lidar com uma má consciência do que com uma má reputação.” 
“E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.” 


Do inglês:

“A suspeita sempre persegue a consciência culpada; o ladrão vê em cada sombra um policial.” 
“Aquele que gosta de ser adulado é digno do adulador.” 
“Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com freqüência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar.” 
“Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente.” 
“Conservar algo que possa recordar-te seria admitir que eu pudesse esquecer-te.” 


E do estadista, minhas preferidas:

“O pessimista vê dificuldade em cada oportunidade; o otimista vê oportunidade em cada dificuldade.” 
“O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder entusiasmo.” 
“Se você está atravessando o inferno… não pare.” 
“O vício inerente ao capitalismo é a distribuição desigual de benesse; o do socialismo é a distribuição por igual das misérias” 
“Todas as grandes coisas são simples. E muitas podem ser expressas numa só palavra: liberdade; justiça; honra; dever; piedade; esperança.”

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Como posso fazer isso de uma maneira melhor?


A frase que entitula este post eu acabei de ouvir em uma reportagem sobre a história da internet e da ascensão meteórica da Google.

Ela veio daquele que permitiu ao gigante das buscas sobreviver num meio onde os grandes portais eram recheados de publicidade, a ponto de poluir a página inicial. Ele conseguiu descobrir um meio que viabilizasse a Google financeiramente, num momento em que os seus investidores iniciais já estavam cansados de apenas injetar milhões de dólares, sem  receber o retorno a contento.

A profissão deste anônimo se resume a encontrar soluções a empresas que estão à beira de um dilema insolucionável, e assim, ele junta seus milhões ao permitir que os aspirantes do vale do silício também enriqueçam. Questionado de onde vinha seu sucesso, respondeu com uma simples frase: 'apenas busco sempre fazer melhor o que todo mundo faz de maneira simplória'.

E assim ele criou o mecanismo que permite ao Google vender publicidade sem poluir sua página inicial, deixando no canto direito as ofertas estrategicamente selecionadas em função da palavra digitada pelo usuário. Criado o conceito de 'palavras-chave', ficou fácil ganhar dinheiro com a Google... afinal, quanto a Volks, a Ford ou a Fiat pagariam para manter um anúncio discreto na página toda vez que alguém digitasse a palavra 'carro' no famoso site de busca? Palavras-chave permitem publicidade direcionada àqueles que se interessam diretamente pelo assunto principal do que se pretende vender.

Buscar sempre fazer melhor parece um conceito simples, até mesmo clichê, repetido pelos magos da auto ajuda e pelos plantonistas conselheiros que, vez ou outra, encontramos para aquelas conversas do tipo papo cabeça.

Mas não é assim, simples. É algo maior. Grandioso até. Capaz de proporcionar a verdadeira felicidade interior, a qual todos incessantemente procuramos. Encontrar maneiras melhores de fazer o que já foi feito é o momento em que colocamos em prática a inteligência, a fé, a sabedoria, a sorte, o dinamismo, a coragem, o entusiasmo e, por que não dizer, até o sentido pelo qual vivemos. Quando se perde este prazer, desaparece também o gosto por estar vivo, por pulsar e interagir com o mundo, com as pessoas e todas as coisas vivas que nos cercam.

Fazer sempre melhor, é o encontro com o que é belo, com o que é verdadeiramente importante. Em casa, no trabalho, na vida social ou até dormindo, sempre se pode fazer melhor. E mais ainda, e ainda mais um pouco... Aquele bolo que fiz ontem, pode merecer um novo ingrediente para ficar melhor. O recado que passei de cara feia, pode merecer um sorriso tímido da próxima vez. A leitura do livro, em que pulei páginas pouco interessantes, pode merecer uma entrega maior. 

O que move a fazer sempre melhor é a intenção da perfeição, o desejo de conquistar a excelência e isto, via de consequência, também impulsiona seu agente a sua melhoria interna.

Portanto, ainda que o novo ingrediente do bolo seja um verdadeiro desastre gastronômico, ainda que meu sorriso seja mal interpretado ou que eu feche o livro mais cedo do que imaginava, restará sempre a intenção de ter feito melhor e a certeza de que este movimento se completa de forma plena.

E, numa dessas, ainda pode pintar uma ideia brilhante, capaz de mudar o mundo...

Foi assim com a Google...

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

O que a escola não ensina



Segundo Bill Gates:


Regra 1: A vida não é fácil, acostume-se com isso.


Regra 2: O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo 
espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de você sentir-
se bem com você mesmo


Regra 3: Você não ganhará US$ 40.000 por ano assim que sair da 
escola.Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e 
telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu 
próprio carro e telefone.


Regra 4: Se você acha seu professor rude e chato, espere até ter um 
chefe. Ele não terá pena de você em nenhuma circunstância. Você será 
cobrado o tempo todo.


Regra 5: Fritar hambúrgueres, cortar grama ou lavar carros não está 
abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente 
para isso: eles chamam de "oportunidade".


Regra 6: Se você fracassar, não é culpa de seus pais, então não 
lamente seus erros, aprenda com eles.


Regra 7: Antes de você nascer seus pais não eram tão chatos como são 
agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, levar você à 
escola, lavar suas roupas, fazer comida para você e ter que ouvir 
você falar o quanto você é legal. Então, antes de salvar o planeta 
para a próxima geração, querendo consertar os erros da geração dos 
seus pais, tente limpar seu
próprio quarto, lavar seus talheres e ser mais amável com sua mãe.


Regra 8: Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e 
perdedores por imposição da Associação de Pais, Alunos e Mestres,mas 
a vida não é assim, ela sempre fará esta distinção. Em algumas 
escolas não se repete mais o ano letivo, e o aluno tem quantas 
chances precisar até acertar. Isto não se parece absolutamente em 
nada com a vida real. A vida não é dividida em semestres. Você não 
terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados 
o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.


Regra 09: Televisão não é vida real. Na vida real, as pessoas têm que 
deixar o barzinho ou o clube e ir trabalhar.


E a Melhor........


Regra 10: Seja legal com os "Nerds" (CDF'S). "Existe uma grande 
probabilidade de você vir a trabalhar para um deles."

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Pontuação da vida


Em seu leito de morte, um velho homem rico pediu um papel para escrever seu testamento. O resultado foi este:

Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres.

Logo em seguida, entregou o papel sem dizer uma só palavra e morreu.

O sobrinho pegou o papel e logo assim pontuou o texto:

Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho! Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

Contestando, apareceu a irmã e disse que a intenção do texto era outra:

Deixo meus bens à minha irmã! Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

O padeiro quis entrar na briga, e assim constatou:

Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

E chegaram os pobres, de bandeira na mão, reivindicando a herança:

Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

Moral da história: A vida pode ser interpretada de diversas maneiras. Nós é que damos a ela a pontuação conforme nossas vontades e perspectivas!

sábado, 5 de novembro de 2011

Como você lida com o imprevisível?


A ordem dos dias modernos é a imprevisibilidade. É fácil ver o caos instalado em vários momentos do nosso cotidiano e manter uma rotina dentro desse ambiente se torna um ato heróico.

Não lido bem com o imprevisível. Tenho lá as minhas dificuldades. Não gosto de nada que não possa estar sob meu controle e o aleatório é, por si só, algo descontrolado. Certa vez li em algum lugar que o imprevisível é amante da angústia. Concordo.

Quantas vezes o bichinho da angústia me pega assim, desprevenida, e se instala no meu cotidiano de forma irritante, grudando e tirando todo o belo que há por perto, ofuscando meus pensamentos e ideias.

Lidar com a imprevisibilidade é uma arte. A arte do controle sobre o imprevisível não tem vez. É preciso encontrar outra maneira de enfrentar as situações que, por vezes, saem do script. Talvez a melhor maneira de enfrentar o aleatório seja aceitá-lo.

Mas como é difícil...

Vejo que alguns definem o imprevisível com a arte de surpreender. Quando você efetivamente quer surpreender, acredito que este seja mesmo o conceito, até como forma de mostrar o lado positivo desta palavra. O problema é quando as situações imprevisíveis se apresentam como fatos, e não em pessoas. É esta a dificuldade a que me refiro.

Imprevisíveis somos todos. Ninguém sabe como e qual será o dia de amanhã, embora a grande maioria o planeje e quer que ele aconteça de determinada forma...

Apesar de não gostar de incertezas, entendo que há certa lógica nesta dinâmica... seria patético coordenar, controlar e saber de todo o roteiro de sua vida antes mesmo de ela começar. Entendo que é necessário, relevante e até, sob certo ponto de vista, didático.

Ainda preciso aprender muito. Estou por aqui nesta caminhada para isso... E você, como lida com o imprevisível?

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

É o que aparenta?



Toda vez que me deparo com uma situação que parece inicialmente de um jeito, e depois se mostra de outro, ponho-me a filosofar sobre as realidades visíveis e ocultas.

A verdade, neste contexto, sempre é, apenas, a versão que se apresenta no momento, com todas as máscaras fabricadas ou não por interesses próprios os alheios. No momento em que uma ou algumas delas são desvendadas, outra verdade se faz presente, e o ciclo reinicia.

Chego muitas vezes à conclusão de que nunca, em tempo algum, a verdade absoluta será visível, porque esta, como conceito genérico, é fruto da subjetividade de alguém que a constrói de início e, depois, pelo que passa pelo depuramento das versões correlatas.

Por certo, o fato ocorre de uma única maneira. As construções que se distorcem em função do fato nunca o são de um só modo. E assim, as 'verdades' ascendem, umas sobre as outras, até não mais guardar relação com o fato inicial, que passa a ser um novo fato.

Esses movimentos cíclicos em torno do real abraçam os interesses de seus interlocutores principais, que movimentam a massa a pensar da forma como por ele foi projetada a versão. E muitos, sem questionar, são envoltos na facilidade de apenas seguir...até o momento em que outro alguém, movido por outros interesses, questiona a primeira versão e empresta um grande ponto de interrogação àquela primeira. E a massa, mais um vez, levada pela simplicidade do seguir, concretiza seu papel não nobre.

A partir do momento em que você se coloca a assistir esta dinâmica de fora, encaixam-se muitas peças de seu quebra cabeça mental. Logo, você facilmente percebe as vezes em que fez o papel do primeiro interlocutor da verdade, o papel de massa manipulada, ou até, se lhe sobrar vontade, o papel de questionador da versão inicial.

Ter a consciência de que todos esses momentos acontecem e de que forma você quer cumprir o seu papel nesse jogo, lhe dá a certeza de qual responsabilidade melhor convém, e, assim, a sua verdade fica mais transparente a todos os demais.

E aí, já escolheu a sua aparência?

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Erva daninha


Só para esclarecer: esse pé aí da foto não é meu (graças a Deus!), ainda mais pintado de vermelho (ninguém merece). Foi só uma foto aleatória escolhida para ilustrar o post de hoje. 

Aliás, diga-se de passagem, difícil encontrar-me com os dedos de fora. Pé é algo muito feio, assim como orelhas, embora ambos úteis. E todo mundo deveria ser poupado desta terrível visão. Vamos combinar, existe razão para sair por aí mostrando os medonhos dedinhos? Desnecessário...

Eu contribuo escondendo os meus em sapatos de bico fino. Acho que devia começar uma campanha: esconda seu pé e deixe o mundo mais bonito!

Mas o post de hoje não é para falar de dedos dos pés. Muito ao contrário.

Algumas horas do meu sábado foram dedicadas a dar uma geral no jardim que enfeita a frente da minha casa. Não é uma atividade que amo de paixão, mas confesso que arrancar uns matinhos até que faz bem, dá uma sensação de purificação, de arrumação (interna muito mais do que externa). Tira o aspecto de abandono da alma, arranca a sujeira que insiste em comprometer a aura.

Surpreendi-me com algumas ervas daninhas. Fortes, enraizadas, grudadas na terra de forma extremamente apegada, foram difíceis de arrancar. Comecei a viajar em meus pensamentos...

Muita força tinha de fazer para limpar o jardim daquelas pragas. E as raízes, saídas inteiras e por vezes em pedaços, demonstravam que muitas delas sobreviveriam, e retornariam em breve, talvez ainda mais fortes do que antes.

Ervas daninhas deste tipo podem ter diversos nomes: maus hábitos, raiva, rancor, desamor, ingratidão, desprezo, falta de carinho, tristeza, depressão... São difíceis de serem arrancadas de nossos corações, e ainda que o sejam, deixam partes de suas raízes para voltar a crescer, dando novamente o ar da graça, e ainda mais fortes, às vezes, pedindo novo esforço para ser arrancada de lá.

Meu jardim ficou limpinho, posso dizer que meu coração também, por tabela. 

De tudo, ficou uma lição clara... sem esforço, vontade e uma boa dose de força, elas permanecem por lá, corroendo os jardins, sugando a água e os nutrientes dos demais, enfeiando tudo...E esse jardins podem estar em diversos lugares, muto além da frente da minha casa...

sábado, 10 de setembro de 2011

Erros e acertos


Quem é que gosta de errar? Dificilmente alguém responde 'sim' a esta pergunta, e isso é fato.

Fato também é compreender a si mesmo quando se constata um erro cometido. Isto é nobre.

Erros existem, são a face amarga da vida, são pedaços intragáveis que devemos engolir, são caminhos tortuosos, fétidos e esburacados que percorremos para chegar ao júbilo.

Lembro-me perfeitamente dos erros que cometi, esqueço facilmente os acertos... Enganam-se aqueles que insistem em transparecer que jamais erram, que são perfeitos, inatingíveis. Curiosamente, são os que mais erram aos olhos dos mortais.

Simbolicamente, os erros representam fracassos, dificuldades, tropeços. Não é fácil nem confortável reconhecê-los, embora seja nobre e belo consertá-los.

Se a vida é feita de escolhas e, em todas elas temos chances iguais de erros e acertos, inevitável conviver com eles, mesmo que estatisticamente. A receita é simples: errar, reconhecer, consertar e aprender. Mais do que uma fórmula mágica é a certeza de crescimento, de maturidade e de paz de espírito.

Um erro é sempre uma oportunidade. Culpar-se por ele apenas obstrui sua visão e o impede de enxergar a verdadeira razão pela qual você errou...

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Prefiro bolas de golfe




O FRASCO DE MAIONESE E CAFÉ


Quando as coisas na vida parecem demasiado, quando 24 horas por dia não são suficientes...Lembre-se do frasco de maionese e do café.

Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega num frasco de maionese e esvazia-o...tirou a maionese e encheu-o com bolas de golf.

A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. 



Os estudantes responderam sim.

Então o professor pega numa caixa cheia de pedrinhas e mete-as no frasco de maionese. As pedrinhas encheram os espaços vazios entre as bolas de golf. O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.

Então...o professor pegou noutra caixa...uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de maionese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o pofessor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unânime "Sim !".



Em seguida, o professor acrescentou 2 xícaras de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir...mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes:

'QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA A VIDA'.


As bolas de golf são as coisas Importantes: como a FAMÍLIA, a SAÚDE, os AMIGOS, tudo o que você AMA DE VERDADE. São coisas, que mesmo que se perdessemos todo o resto, nossas vidas continuariam cheias.

As pedrinhas são as outras coisas que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc. A areia é tudo o demais, são as pequenas coisas. 'Se puséssemos 1º a areia no frasco, não haveria espaço para as pedrinhas nem para as bolas de golf. O mesmo acontece com a vida'.



Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes. Preste atenção às coisas que são cruciais para a sua Felicidade.
Brinque ensinando os seus filhos, arranje tempo para ir ao médico, namore e vá jantar fora com alguém  especial, dedique algumas horas para uma boa conversa e diversão com seus amigos, pratique o seu esporte ou hobbie favorito.



Haverá sempre tempo para trabalhar, limpar a casa, arrumar o carro...



Ocupe-se sempre das bolas de golf 1º, que representam as coisas que realmente importam na sua vida.
Estabeleça suas prioridades, o resto é só areia...



Porém, um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representaria, então, o café.

O professor sorriu e disse:

"...o café é só para demonstrar, que não importa o quanto a nossa vida esteja ocupada, sempre haverá espaço para um café com um amigo. "

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Reticências...



A frase que inspira o post de hoje é de Mário Quintana. Um querido colega postou no Facebook e meu pensamento foi rapidamente ao cosmos ao lê-la. Vamos a ela:


‎"As reticências são os três primeiros passos do pensamento 
que continua por conta própria o seu caminho"

É verdade que sempre fui apaixonada pela língua portuguesa, e isso nunca foi novidade por aqui, diversos posts já demonstraram esta minha paixão declarada. Quando li esta frase lembrei imediatamente da professora de Português que despertou este meu amor todo pela escrita...Marisa. O carinho com que ela lecionava, as dinâmicas de sua aula, a interdisciplinaridade... tudo encantava.

O grande papel dela em minha vida foi deixar de encarar o português apenas como uma língua difícil, cheia de regras e macetes, e entender verdadeiramente seu valor, sua beleza e seu poder.

E então, veio a pontuação... "Uma pessoa só poderá dizer que sabe escrever quando souber pontuar um texto"... e assim ela instigava os alunos a encarar os desafios.

Ponto final, exclamação, travessão, ponto e vírgula... cada um no seu papel, no seu lugar. Até chegarem os mais difíceis: vírgula e reticências...

A frase de Mário Quintana é inspiradora no momento em que você deixa de enxergar as coisas superficialmente, e aprofunda-se encantado, por vontade própria, permitindo-se mergulhar em águas mais profundas.

Quem quiser ver as reticências como apenas três pontos alinhados num texto qualquer, fique à vontade. Também há liberdade para isto. Mas quem quiser ver diferente...

Deixe seu pensamento voar!

Foi o que Marisa fez por mim... e este é o poder das reticências... 

terça-feira, 9 de agosto de 2011

E eu com isso?


Pensar no cotidiano é viver todos os instantes em reflexão. E isto é positivo em muitos sentidos, talvez negativo sob olhares mais cansativos ou omissos, mas sinceramente até hoje, só consigo enxergar o lado bom em agir criticamente.

Constatei desde cedo que quanto mais aprendemos, mais temos responsabilidades. Aquele que ignora um fato, um assunto ou uma ciência deve ter sua parcela de obrigação minimizada a respeito do tema. Ao contrário, quando você já possui instrumentos que lhe indiquem o conhecimento, sua parcela de análise para responder pelos próprio atos deve ser pesada sob este viés.

Isto significa que se exerço a cidadania de forma displicente, tendo condições de conhecer efetivamente qual o meu papel como ser social, com direitos e deveres sabidos, devo responder por essa displicência. Do contrário, se não tenho meios de entender ou saber como agir em determinada situação, se efetivamente há a omissão ou ato impensado, o resultado é diferente.

Agir em reflexão, durante o dia que nasce para nos aprimorarmos, é viver intensamente a sua parcela responsável de acordo com seu conhecimento. E quanto mais se sabe...maiores os graus reflexos sob a responsabilidade.

A máxima: 'penso, logo existo' encaixa-se perfeitamente aqui. Se penso, reflito, aprimoro, atinjo, tento, consigo...vivo. Se me deixo levar pelo cotidiano, entendendo-o apenas tal uma sequência meio incerta de acontecimentos, apenas conduzo minha vida tal como uma balsa à deriva no mar, levada pelas correntes marítimas já preestabelecidas.

Cada um conduz seus atos como melhor lhe aprouver. E todos seremos cobrados, levando-se em conta o grau do conhecimento que nos foi proporcionado.

Acredito verdadeiramente nisto como uma regra justa. 

terça-feira, 19 de julho de 2011

Seja como um lápis...



Há cinco qualidades em um lápis que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.

- Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade.

- Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.

- Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça.

- Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você. 

- Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca... Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação.

Este texto eu extraí do blog da Fernanda Reali.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...