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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Mas o que foi que aconteceu?


Fico impressionada com a curiosidade do ser humano. Não aquela curiosidade comum, de saber de uma novidade, de querer escutar a fofoca do dia ou de buscar aquela informação atual. Falo da curiosidade sarcástica, daquela que te faz andar mais devagar para olhar o acidente recém ocorrido. Daquela que prende os telespectadores na notícia de uma desgraça, ou daquela que escuta a história triste até o fim.

Não sei o que se passa com os seres humanos...

Também sou um deles, então falo também de mim...algo para a antropologia, a sociologia e qualquer outra 'gia' que se preze estudarem. 

Estava a passear por portais de notícias e reparei que as maiores manchetes são, sempre, ou quase sempre, notícia de desgraça. Assalto, roubo, atentado, terrorismo, acidente, sequestro, morte, ataque, agressão, choro, abandono, massacre e tantas outras pérolas são comuns em todas as nossas leituras diárias. Palavras que te chamam a atenção apenas por existirem, que te forçam a dar um 'clique' para listá-las nas mais lidas do dia.

Outra vez, li sobre um estudo que dizia que palavras deste tipo deixam o teu dia mais triste, pois disparam áreas cerebrais que limitam o pensamento, que geram tristeza, decepção e mal estar...Do contrário, palavras como felicidade, alegria, disposição, amor, aconchego, beleza, vitalidade, limpeza, entusiasmo disparam pensamentos positivos automaticamente.

Decidi testar.

Parei de clicar em assuntos de desgraça, e passei a pesquisar sobre saúde, exercícios, alimentação saudável, moda, música, beleza...e logo me vi com inúmeras ideias, impulsos positivos que culminaram, pasmem, em ópera. Beethoven e Bach são realmente sensacionais.

Em pouco tempo, a sensação de medo, insegurança e tristeza foram deixadas de lado, dando lugar a uma busca saudável por tudo que realmente interessa e faz diferença para o bem.

Algo tão simples e de retorno tão rápido. Um esforço que vale a pena.

Hoje corri por 41 minutos, sem parar. Algo impensável mas que agora já faz parte da minha vida, como jamais havia imaginado. Inscrevi-me em minha primeira corrida. Já faço planos para as próximas, mais ousadas e difíceis.

Passei uma tarde de sábado com amigas queridas. Algo que não fazia a décadas. Ri muito, contei e escutei histórias, apertei laços de amizade e familiares.

Planejo meus dias e noites para vivê-los intensamente, sem espaços monótonos ou improdutivos. Tem um poder incrível.

Classifiquei diferente minhas prioridades na vida. A equação estava errada, corrigi...foi bom...não doeu.

Descobri que mudar o pensamento é um poderoso instrumento de felicidade. Antes, vivia isto em teoria. Hoje, realizo na prática, em meu benefício e por todos que me cercam. Não sei dizer como isso tudo começou, se é que teve começo ou meio...mas não vai ter fim.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Mãe


Podem dizer que é uma data comercial, podem dizer que dia das mães é todo dia, mas ninguém pode esquecer que no próximo domingo todo mundo quer, na verdade, estar pertinho da sua. Quem não tem mais a presença física, agarra-se nas lembranças, nos momentos bons, conecta-se em pensamento. Quem ainda tem, cheira o cangote, aperta as bochechas, abraça muito, diz mais uma vez que ama e que não seria nada se não fosse ela.

O que representa a mãe na vida de um filho é algo inexplicável. Só posso aqui relatar os meus sentimentos, já que tive a graça de nascer através de um ser humano único...minha mãe é pra lá de especial. Uma mulher forte, íntegra, amorosa ao extremo, tanto que abdicou muitas vezes de sua própria felicidade e plenitude para viver nos filhos sua parcela de vida mais intensa.

Não sei o que é não ter uma mãe ao lado. Em todos os momentos de minha vida, dos bons, passando pelos monótonos até os ruins, ela está sempre lá, disponível, pronta, presente. Faz papel duplo, triplo, quádruplo se necessário...espelho-me o tempo inteiro nesta disponibilidade para ser, ao menos, um pouco parecida com ela no meu papel de mãe.

É certo que os resultados como ser humano são melhores ou piores dependendo deste estado de alerta materno. Dizer que ama é fácil, basta pronunciar algumas palavras. Mas as atitudes amorosas, a atenção, o preparo, a parceria e a cumplicidade são as verdadeiras chaves maternas do amor, é o que constrói e consolida este elo inexplicável que só se pode sentir quando realmente passamos a ser mãe também.

Homenagear minha mãe sempre carrega em si uma emoção muito forte. Não há palavras para agradecer nem dizer o quanto sou grata por todo o amor dedicado a mim, todos os dias, em todos os níveis. Não só por ter me dado a vida, por ter me ensinado tudo da vida, por ter me protegido, por ter sido pai e mãe em proporções verdadeiras, mas por ter me dado a oportunidade de conviver com um exemplo de vida. 

Quem tem amor, só pode dar amor. Você, minha mãe, permitiu, se esforçou, e concretizou amor em minha vida. Amor pleno, em todos os sentidos. Do amor provedor, aquele que alimenta, acolhe, faz dormir. Também aquele que lê histórias, faz rir, faz cócegas, brinca de esconde-esconde. O amor da mãe leoa, que luta pelos direitos do seu rebento. Aquele amor que cobra a lição, que toma a leitura, que corrige os deveres e refaz as provas com notas baixas. O amor que briga na escola, que tira satisfação, que não deixa barato, que protege, que vai a todas as reuniões escolares e cobra resultados. Amor que cuida, que trata a doença, que perde sono pela febre, que se desespera e sente a dor do filho. Aquele amor que aconselha, orienta e educa. Amor que diz que vai chover, que agasalha, que vê se escovou o dente direitinho. O amor das lições de moral, dos castigos pedagógicos, dos ensinamentos, das broncas, dos limites. O amor do perdão, do recomeço, das lutas pessoais e internas. O amor do toque, do carinho, do cheiro, do amasso e do abraço interminável. O amor da organização da casa, da rotina, da comida, da roupa limpa e passada, que sabe tirar a mancha da calça nova, do lençol cheiroso e que sabe certinho o que a filha gosta de vestir. O amor do elogio e do incentivo. Amor que ensina a se maquiar, a andar de sapato alto, a se comportar, portar, a se vestir e ser mulher. O amor das etiquetas e dos comportamentos sociais. Amor que atende ao chamado desesperado, o amor da cumplicidade, do olhar que é entendido sem nenhuma palavra. Amor que diligencia e acompanha as amizades, que se interessa em saber quem é o pai e a mãe do amiguinho que convive com o filho. O amor que busca e leva nas festas, o amor que orienta sobre sexo, drogas e rock and roll. O amor do exemplo, do espelho, do faça como eu faço...o amor do ombro cedido ao choro, das conversas intermináveis, dos aconselhamentos. O amor da repetição que não se cansa, que tenta de novo, que aconselha de novo, que conversa de novo. O amor que não tem medo de errar e de reconhecer o erro e que pede conselhos também. O amor que só pede um telefonema para saber se está tudo bem, amor que emociona só por existir...amor de mãe.

Você, mãe, me fez sentir, até hoje, todos estes amores e outros ainda que nem foram listados, pois são só nossos, únicos, de segredos e fechados para um mundo quem não precisa entender ou saber.

Só eu e você sabemos do elo que nos une, que é maior do que ele mesmo, mais forte do que nós duas e mais pleno e intenso do que qualquer outro amor. Te amo de todo o meu coração. Sou-lhe grata por tudo, com tudo o que isto representou e ainda representa em minha vida.

Feliz Dia das Mães, todos os dias.






domingo, 1 de maio de 2011

Outros mares


Definitivamente, estou navegando em outros mares. Neste último sábado tive uma prova concreta disto. Quer saber o que aconteceu? Vou contar tim tim por tim tim.

Primeira parte: Já não é de hoje que estou processando novos hábitos em minha vida, hábitos saudáveis, e está mais difícil do que imaginava. Embora não tenha desistido da ideia até então, muitas sabotagens ocorriam, tanto minhas quanto de fontes alheias à minha vontade.

Segunda Parte: Eis que me surge nas mãos um livro, Caminhos e Escolhas, de Abílio Diniz. Li em três dias, no feriadão de Páscoa. O livro em si não tem nada de muito novo, a linguagem do autor é por vezes arrogante e sem sal, mas extraí dali grandes ensinamentos, afinal. Não sei dizer ao certo, mas algo me tocou profundamente, um estímulo, uma  vontade, sei lá. Quis mudar e senti grande energia em fazê-lo, muito por causa dos exemplos citados no livro, muito por acordar minhas próprias vontades adormecidas.

Terceira parte: a frase 'Você não é o único ser humano no mundo que sente dificuldade em fazer exercícios físicos', dita pelo meu marido enquanto conversávamos, calou-me fundo. É verdade... se todos sentem dificuldades, porque só eu desisto sempre? Tem algo errado nesta história.

Quarta parte: Semana nova iniciada, regras cumpridas à risca. Muita dificuldade, muito sono, alguns minutos de pensamentos ' o que que eu tô fazendo aqui?' e o resultado: planilha de exercícios cumprida e dieta prescrita no livro idem.

Quinta e especial parte: a trilha de sábado, convidada pelo povo da Treine Bem. Fui sozinha, após alguns ajustes familiares e logísticos. Detalhe que na sexta anterior tinha chegado em casa às 3 da manhã, vinda de um show curtido com o maridão. Acordei às 7 horas da matina, contrariando tudo e todos (inclusive minha mãe, que ficou com a minha filha, duvidou abertamente que iria, e também minha irmã Adriana), deixei o marido no trabalho e fui, lépida e faceira, reencontrar minha nova velha tribo esportista, que há tempos havia abandonado. O grupo da elite, que faz a trilha correndo partiu, o grupo dos intermediários também, eu iniciei no grupo retardatário, mais uma vez 'iniciante' na operação esportista. Calma, você logo logo pega ritmo... ah, pensei comigo, estou sempre iniciando no grupo dos caminhantes, sempre começo, desisto, começo, desisto, começo e desisto de novo. Eu já fiz esta trilha caminhando, está na hora de refazê-la de forma diferente. Decidida, conversei com o Robson, querido treinador e preparado físico do grupo dizendo: vou correr alguns trechos, até mais....e fui. Em pouco tempo, as vozes do grupo retardatário já não era mais ouvida por mim. Ficou só o silêncio da trilha da Costa da Lagoa que, a parti dali, percorri sozinha. Corri os trechos planos, caminhei intensamente nos trechos com pedras e lama, só curtindo o visual e a natureza, escalei as pedras, encarei descidas, raízes e lama. Logo, atingi um outro grupo de caminhantes, que havia iniciado a trilha bem antes de nós. Aquilo foi maravilhoso. Ultrapassei-os correndo, senti-me diferente, mais forte, mais capaz, embora as pernas já estivesse sentindo bastante. Não parei um só momento. No caminho, aproveitando a vista deslumbrante, pensava no imenso número de pessoas que naquela mesma hora, se empanturrava de comida ou se afundava num sofá. Pensava na idosa que eu queria ser no futuro, nas escolhas que tinha de fazer para mudar, nos planos mais saudáveis que pretendia impor para mim mesma. No silêncio e contando comigo e com minhas pernas, segui em frente, milhares de pensamentos fluindo, um borbulhar intenso de perspectivas coloridas. Foi uma tremenda trilha: diferente, emocionante, maravilhosa. Uma descoberta interior incrível, um verdadeiro marco em minha vida.
Fez-me bem, muito bem.

Ao final de tudo, a conversa com o grupo, num restaurante da Costa, foi ainda mais vibrante. Muitos exemplos de superação, de vitórias e de dificuldades encaradas. Percebi que a diferença entre um atleta de elite e um iniciante é apenas a proporção do seu desafio. Enquanto o iniciante luta para conseguir disciplina e avançar 100 metros correndo, com seu fôlego de minhoca, o atleta tem que encarar uma maratona de 42 quilômetros sob sol forte sem perder o ritmo. Todos lutam por objetivos, modestos ou ousados, mas lutam... e avançam. Já não tive mais vergonha de ser iniciante...mas tenho a certeza qeu agora nunca mais terei que ser iniciante novamente. Vou avançar, a partir de aqui, para um outro rumo, uma outra história, para constantes e novos desafios para minha mente e meu corpo. Vou superar medos, angústias, preguiças, sonos, maus hábitos alimentares, e de presente ganho saúde de ferro, velhice autônoma e felicidade por ter a certeza de conseguir superar tudo o que quero.

Obrigada Treine Bem, Obrigada Abílio Diniz, Obrigada aos que duvidaram. Todas as etapas foram importantes para eu chegar até aqui. Agora quero mais.

Não quero provar nada a ninguém...tenho somente em mim os meus desafios e as minhas metas a alcançar... Definitivamente, navego em outros mares, que só eu sei a dimensão e os desafios que me esperam, mas quero, intensamente, enfrentá-los em nome de algo maior, grandioso e duradouro...eu mesma, numa versão melhorada e amadurecida!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Tá chegando...


Eis que os primeiros ventinhos gelados começam a aparecer... ainda tímidos, mas estão vindo. Hora de esquentar o pé, derreter os ovos de chocolate pra fazer com leite batido e quente, convidar amigos para fondue, fogão à lenha...

A conta de luz agradece aqui em casa, ar condicionado só no verão que vem...

Mas não é do tempo que eu quero falar... aliás, devo confessar que outro dia por aqui, um leitor ficou mega indignado ao me ver postar sobre o horário de verão. Não gostou nadinha, comentou de forma bem malcriada por sinal, que mereceu a devida moderação. Sim, eu modero meus comentários, afinal, este é blog é de minha autoria, e como detesto as tais letrinhas verificadoras existentes nos comentários, optei pela moderação...me dá a sensação total de controle dos assuntos daqui (virginiana, pois sim).

Embora não tenha postado o comentário dele, até que, por certo ângulo, o leitor anônimo enfurecido tinha lá a sua razão. Conversar sobre o tempo soa como conversa de elevador, daquelas que se pede pelamordedeus pra acabar, mas também ninguém quer parecer antipático...então dizer um 'ó, esfriou', ou 'nossa, esquentou', 'é verdade, tá muito calor mesmo', dá o tempo certinho pra chegar no andar desejado.

Mas não era sobre nada disso que eu queria escrever. Volto ao frio. Ponto, parágrafo.

Já não é de hoje que comento por aqui a minha fascinação pelos ares de inverno. Não vejo nenhuma graça em ficar suando o dia inteiro, bebendo litros de água por puro desespero de causa, ficar com medo de derreter só porque precisou sair de ar condicionado para fazer qualquer coisa, sob o sol escaldante das 13 horas. Ter o dia morto entre o meio dia às 17, porque simplesmente não dá pra ficar parado no sol, e isto também inclui a praia... lutar com milhares de mosquitos e bichos de toda sorte, porque eles também sofrem com o calor e saem de suas tocas hibernantes para nos incomodar. 

No inverno, os dias de sol são realmente aproveitados, são mais belos e agradáveis. E não é só isso...até aqui, este post está merecendo duras críticas, de outros leitores indignados. Vou direto ao ponto.

Já disse alguém, alguma vez, não me lembro onde nem quando, que a civilização só começa abaixo dos 13 graus. A frase, embora um tanto quanto preconceituosa com os trópicos, parece muito bem vinda ao encaixar-se no que pretendo dizer. Dá pra notar o quanto os povos do frio têm vantagens sobre os povos do calor? Sempre refleti sobre isso e acho que o clima influencia sim. Vejo o Canadá, a Europa, o Japão, a Noruega... países cuja diversidade ambiental não chegam, nem de longe perto da do Brasil. Resumem-se a gelo, pedras e muita neve, enquanto que por aqui temos fartura, desperdício e muita terra disponível. Uma catástrofe ambiental lá é solucionada rapidamente, enquanto aqui, temos ainda remanescentes de enchentes de 2008, sem solução.

Toda essa percepção é facilmente entendida por uma história bem simples que relatarei aqui: uma família de camponeses, muito pobre, vivia às custas de uma vaquinha. Dela, extraíam o leite e dali tiravam seu sustento. Era a única coisa que possuíam, além de uma casa caindo aos pedaços. Um padre da região conheceu a família, conversou com todos daquela residência e dias depois, empurrou a vaquinha pelo precipício, matando-a na hora. Indignados, os vizinhos e conhecidos daquela família questionaram o padre a razão pela qual ele havia feito aquilo. Ele respondeu: é agora que eles começarão a crescer... Dito e feito, sem a vaquinha, tiveram que plantar, organizar a casa, retirar o lixo acumulado e, em pouco tempo, estavam todos empregados e prosperando.

Fica a lição: muitas vezes, temos que atirar nossas vaquinhas (ou também podemos chamar de muletas, zona de conforto ou qualquer coisa que o valha) pelo precipício e, dali em diante, reescrever a nossa história...

Os trópicos têm tudo disponível, inúmeras vaquinhas que se permitem sugar e prover, engessando seus moradores a crescer, a ousar, a inovar, a projetar. No frio, tudo é mais escasso, difícil e inatingível. Há que se usar da inteligência para sobreviver!

Que venha o frio!!!


terça-feira, 26 de abril de 2011

Exercício bacaninha


Escutei hoje na rádio, pela manhã, uma sugestão para melhorar a redação. Adorei e repasso.

A dica vem de Max Gehringer, conhecido consultor em recursos humanos, que indicou um método simples, barato e eficaz para a melhoria dos textos escritos.

Consiste em pegar um trecho qualquer, sobre qualquer tema, de preferência um que contenha alguma informação atual, como política ou economia, do tamanho em torno de um parágrafo. Escolha uma consoante qualquer e transcreva este mesmo trecho suprimindo a letra escolhida. Ao se deparar com uma palavra contendo a letra proibida, a obrigação é trocá-la por um sinônimo, reescrevendo o parágrafo inteiro, para dar o mesmo sentido, porém em outras palavras.

Para começar, escolha uma letra pouco usada, como, por exemplo, o ‘z’. Depois, avance com o exercício, optando por uma letra mais comum, como o ‘c’.

Achei bárbaro o desafio.

Vou testar aqui:

O texto escolhido, extraído do G1, portal de notícias da Rede Globo, é o seguinte:

Após elogios sobre soluções brasileiras para energias renováveis, redução do desmatamento, diminuição da emissão de carbono, remédios genéricos, entre outras, o ex-presidente americano Bill Clinton afirmou neste sábado, em Manaus, que espera a liderança do Brasil na mudança global em direção a um mundo sustentável. "Se eu fosse um político brasileiro hoje, saindo do pesadelo da inflação, e com tudo isso realizado, me perguntaria o que eles querem que façamos mais. Quero que o Brasil lidere o mundo no século 21", afirmou durante o 2º Fórum Mundial de Sustentabilidade.

A letra proibida escolhida é ‘ç’

Vamos ao texto retificado:

Após elogios sobre as respostas brasileiras para energias renováveis, com sucesso ao reduzir o desmatamento, a emissão de carbono, remédios genéricos, entre outros, o ex-presidente americano Bill Clinton afirmou neste sábado, em Manaus, desejar que os líderes brasileiros transformem o mundo rumo à sustentabilidade. "Se eu fosse um político brasileiro hoje, saindo do pesadelo dos altos índices inflacionários, e com tudo isso realizado, me perguntaria o que eles querem que concretizemos mais. Quero que o Brasil lidere o mundo no século 21", afirmou durante o 2º Fórum Mundial de Sustentabilidade.

Agora, com uma outra letra proibida: ‘p’

Seguido de elogios sobre soluções brasileiras para energias renováveis, redução do desmatamento, diminuição da emissão de carbono, remédios genéricos, entre outras, o ex-governante americano Bill Clinton afirmou neste sábado, em Manaus, que deseja que as lideranças do Brasil reafirmem mudanças em direção a um mundo sustentável. "Se eu fosse um estadista brasileiro hoje, saindo do inferno da inflação, e com tudo isso realizado, me questionaria o que eles querem que façamos mais. Quero que o Brasil lidere o mundo no século 21", afirmou durante o 2º Fórum Mundial de Sustentabilidade.

E aí, ficou bom? Qual seria a sua sugestão, tente também!

É mais difícil do que se imagina, acreditem!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Calendário sabotador


Este feriadão foi encantador... não só pela Páscoa em si, que já é uma data super festiva e coisa e tal, mas aqui na minha cidade, especialmente a quinta e a sexta feira, foram dias lindíssimos, um convite aos passeios sem tempo, sem horário... tempo para muitas risadas, convívio em família, almoços, jantares, chocolates... com direito a tudo.

Ainda hoje, segunda feira, ainda estou sob o efeito de um feriadão inesquecível, super aproveitado, amado e degustado com todo o prazer. Tanto que corri para o calendário mais próximo, procurando novas datas de possíveis feriadões.

Calendário sabotador.

Não haverá um parecido assim, pelo menos este ano. Apenas feriadinhos, com sorte, alguns caindo mesmo no domingo, num fantástico jogo de esconde-esconde.

Mas quem é que precisa de feriado? Vou sabotar o calendário, assim como fui sabotada, e viver os próximos, dias, meses e quiçá, anos, com este mesmo espírito liberto, intenso e desfrutador dos dias felizes.

Vem comigo?

domingo, 24 de abril de 2011

Piadinha pra começar a semana

Depois de tanto peixe com chocolate, vamos rir pra começar a segunda feira.

A piada de hoje é uma prévia para o Dia das Mães que se aproxima!




Bem sucedidos, os filhos competiam para ver quem agradava mais a mãe idosa com presentes. Um deles comprou uma mansão para ela. O outro, um Mercedes.

O terceiro, muito criativo, lembrou da dificuldade da mãe, quase cega, em ler a Bíblia. Comprou um papagaio marrom raro, treinado durante 20 anos em um mosteiro, por 18 monges diferentes, capaz de recitar toda a Bíblia.

A ave custou a fortuna de 10 milhões de dólares, mas o filho estava seguro de que o presente agradaria a mãe.

Meses depois, a velhinha escreveu para cada um dos filhos:

Para o primeiro: "Milton, a casa que você comprou é muito grande. Eu moro apenas em um quarto, mas tenho de limpar a casa toda."

Já para o segundo: "Marvin, eu estou muito velha pra sair de casa, então nunca uso o Mercedes."

E, por fim, para o terceiro: "Querido Melvin, você é o único que teve bom senso pra saber do que a sua mãe realmente gosta. Aquela galinha estava deliciosa! Muito obrigada!

Tem novidades no Vida-de-Isa


Olha o tanto que este blog está chique! A coluna 'Eu que fiz' fez tanto sucesso que resolvi inovar e deixar um espaço próprio para minhas artes (em todos os sentidos).

Clicando na imagem da coluna "eu que fiz", você é direcionado a um outro blog, também de minha autoria, denominado 'Artes na Vida de Isa'. Um espaço totalmente novo, prontinho para receber todas as minhas peraltices artesanais.

Nem preciso dizer o quanto estou mega empolgada. Colocar em prática todo este meu lado adormecido de artesã rebelde e sem noção tem feito um bem tremendo nesta pessoa que vos escreve.

Então está combinado...toda vez que você tiver interesse em como fazer determinado trabalho, pode conferir diretamente no link da foto. Lá também estarão os preços unitários, a quantidade mínima de encomenda, e o tempo médio de execução do trabalho. Quem quiser encomendar, fique à vontade. Pelo correio, o trabalho chega em qualquer cantinho do Brasil.

E não vou parar por aí. Logo logo, teremos mais blogs-filhos, todos linkados no mesmo Vida-de-Isa de sempre! Já estou pensando nos projetos do blog Vida-de-mãe, vida-de-leitora, vida-de-esportista, vida-em-dieta, vida-engraçada e o casa-comida-e-roupasuja. Veremos se darei conta de tudo isto!

Um de cada vez, ora pois!


O Vida-de-Isa está amadurecendo e dando frutos!

sábado, 23 de abril de 2011

Inauguração - Coluna "Eu que fiz"


Eu nunca fui muito ligada ao artesanato, simplesmente porque coloquei na cabeça que não tenho habilidade para artes manuais. Admiro, alguns acho lindo, outros nem tanto, mas isso, até então, tinha ficado escondido em alguma gavetinha mental empoeirada da minha memória.

Não sei se é a idade, não sei se é a vontade de mudar, não sei se é simplesmente para testar habilidades como desafios, não sei explicar. Só sei que, de uma hora para outra, comecei a pesquisar sobre artesanato, com vontade de fazer coisas por minhas próprias mãos, coisas exclusivas, surpreendentes. Já ouvi da maioria das pessoas que me conhecem, um sonoro 'foi você mesma que fez????", com aquela cara de espanto tradicional. Conclusões eu já tirei disto... ou está tudo muito horroroso, ou até que está ajeitadinho, e a surpresa vem da pessoa jamais imaginar que eu faria.

Outra vez, escutei de uma amiga, quando eu falava de artesanato... 'olha, vou te ser bem sincera, tu não tens cara de alguém que gosta ou faz artesanato...' Oi? Precisa ter cara? Provarei que não. 

Então, só para contrariar, vou inaugurar a partir de hoje uma nova coluna do blog chamada 'Eu que fiz". São ideias, das mais inusitadas, criativas e pesquisadas por mim, concretizadas pelos trabalhos que ficarão expostos no lado direito do blog. Quem tiver interesse, basta comentar o post do dia, indicando um email para resposta, que ensino como fazer. Os posts deste tipo serão marcados com a tag 'Vida de artesã', facilitando a pesquisa.

Este aí da foto foi a lembrancinha do aniversário da minha filha, agora em abril. O tema da festa era a Turma da Mônica, então resolvi fazer porta gibis, umas caixinhas de papel craft, encapadas com gibis por dentro e por fora...dentro, coloquei um gibi, mas depois a criança poderia usar para colocar mais, creio que cabem uns seis ou sete. Fez o maior sucesso.

Não posso esquecer que tive ajuda da minha irmã Adriana, cujo talento para o artesanato e para as artes em geral é indiscutível (ela cortou todos os gibis, impermeabilizou e me entregou prontinho para colagem), também de minha mãe, que fez algumas caixinhas comigo e, é claro, da Ivete, proprietária do Ateliê da Ivete, uma pessoa pra lá de especial que só sabe espalhar amor e compreensão através de suas peças e de seus ensinamentos. Seus toques foram essenciais para o resultado final do trabalho... obrigada a todas!

Espero que gostem! Todos os produtos da coluna "Eu que fiz" também posso confeccionar por encomendas, se for com antecedência... a preço de custo, só pelo prazer de fazer.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Eu também tenho direito


Então tá. Eu também tenho direito de falar sobre a Páscoa, junto com 99,9% dos meus companheiros blogueiros e blogueiras.

Eu gosto da Páscoa mais do que o Natal. Sempre achei que nascer é (relativamente) fácil, comparado a renascer. No Natal, comemoramos o nascimento; na Páscoa, o renascimento.

Na Páscoa temos mais tempo para reflexões e preparo. A coisa toda começa já na quinta-feira santa...a própria sexta feira santa, com todos seus rituais, restrições e tristezas também é um convite à reflexão. No sábado de aleluia, espancamos o judas... todos os judas que nos assombram...vale também um boneco mental, o importante é tirar a raiva de si. No domingo de Páscoa, então, estamos prontos para comemorar o renascimento de Cristo.

E como é lindo...

É lindo renascer a cada momento. Conhecer-se, conhecer aos outros, descobrir-se... como é gratificante reescrever sua história, mudar o foco, revitalizar, renovar, repetir as tentativas e recomeçar.

Todo o tempo é tempo, todo momento é único e passa muito rápido se perdermos muito tempo pensando em o que fazer, como fazer e se devemos fazer.

Comece hoje, comece agora...Renove-se! 


Assista o vídeo clicando no link abaixo e inspire-se...


Feliz Páscoa.


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