RSS

terça-feira, 15 de março de 2011

Casa bagunçada



Esta semana, a tag mais comentada no twitter foi #kemika...Mas que diabo é isso?

Fui pesquisar.

Descobri, estarrecida, que se trata de uma simpática japonesa, que ficou famosa ao participar de um quadro do programa Caldeirão do Huck, o Lar Doce Lar, onde o intrépido apresentador reforma e mobilia a casa de uma família necessitada. Dona Kemika foi uma destas personagens.

O interessante é que ao entrevistá-la e conhecer a casa, onde morava ela com suas duas filhas, o apresentador deparou-se com a maior bagunça já vista em todos os tempos. Era lixo misturado com roupa, sujeira com resto de comida, fios desencapados com cadeira virada no chão, lama com latões, trouxas e caixas... o troço parecia que tinha passado por um furacão, longe de ser um local habitável.

Pois bem. Seis meses depois de reformar a tal casa bagunçada, o apresentador volta para saber como estava o Lar Doce Lar da Dona Kemika.

A decepção foi grande, pois a sujeira e a bagunça inacreditavelmente voltaram a povoar o local. A pergunta que não quer calar... como é que alguém consegue viver num ambiente tão desorganizado?

Não posso dizer que minha casa seja um primor de organização, eu também tenho lá as minhas falhas, minhas preguiças e meus dias de 'deixo isso pra amanhã'. Mas o padrão da D. Kemika realmente é algo inusitado. O apresentador dizia... mas vocês não sentem agonia, não sentem vontade de pelo menos conseguir circular pela casa, sentar numa mesa, poder comer num local adequado, assistir uma televisão num sofá, qualquer coisa do tipo...normal?

D. Kemika só respondia 'não é preciso ter pressa', 'não gosto de me incomodar com essas coisas'... etc, etc.

É, ninguém gosta, mas todos gostamos de um ambiente habitável.

Comparada à D. Kemika, nunca mais eu vou iniciar a entrada de uma visita dizendo 'não repara a bagunça'... não será preciso.

Confesso que depois de ver uma reportagem como essa, entendo porque a tag #kemika foi a mais citada do twitter. É realmente inacreditável. Aqui em casa agora, ao pedir que alguém recolha algo que está fora do lugar, basta dizer...olha a kemika!

segunda-feira, 14 de março de 2011

Hora do café...


Eu adoro tomar café (#fato). Ultimamento tenho tomado purinho, pretinho mesmo, sem açúcar, sem adoçante, sem nada, pelo puro prazer do sabor.

Mas, na verdade, o que eu gostaria de abordar hoje é o poder que o café tem sobre as pessoas. E nem é o café em sim, mas sim a hora do café... aquele momento sagrado em que as pessoas se reúnem, num ambiente qualquer, pode ser até mesmo no trabalho, em casa, na viagem... para aquela pausa recarregadora, onde as armas são abaixadas, quando o espírito se abre, quando o formal cede lugar ao informal.

Certa vez, ao conversar com um ex-chefe, um advogado mais velho e muito mais experiente que eu, recém formada na época, comentou que a primeira providência dele, ao conquistar os primeiros honorários, foi comprar uma fazenda onde ele pudesse receber pessoas, amigos, potenciais clientes, enfim, gente do interesse dele para que ele aproximasse as relações sociais ao máximo.

Na época, confesso que achei aquele raciocínio um pouco estranho, meio egoísta até, mas hoje compreendo melhor o que ele quis dizer. Na verdade, a hora do café, ou da cerveja, ou de qualquer coisa que retire a pessoa do ambiente formal, sisudo, técnico, é capaz de revelar aos demais o verdadeiro ser que ali habita.

É com a informalidade que se descobre quem está por detrás da máscara firme, por vezes antipática, por vezes tímida ou temerosa. É na hora do café que as conversas ficam mais fáceis, mais risonhas e menos carrancudas... É na hora do café que encontramos amigos e até amores...

Ficamos mais descontraídos ao sentarmos para uma boa xícara de café.

É ou não é um grande poder?


Dieta Coletiva - semana 11


Hummm, essa semaninha até que foi boa. Eliminei dois quilos, acho que foi o período mensal característico. Eu também ajudei, cumpri minha meta na mesa, no pilates, tudo certo.

O resultado hoje veio na balança. Sim, o ano definitivamente começou.

A contagem regressiva para o casamento do meu irmão também. Não quero parecer uma bolacha trakinas nas fotos.

Força na peruca!


sexta-feira, 11 de março de 2011

Dilema de mãe...babá...será?


Desde que minha pequena nasceu, e agora já nem é tão pequena assim, já estava tudo muito resolvido na minha cabeça. Sou uma mãe que trabalha, sempre trabalhei e quero continuar assim, isto também está resolvido. Assim optando, obviamente, houve, em algum momento, a necessidade de delegar a alguém a tarefa de cuidar de minha filha.

Nunca me passou pela cabeça contratar uma babá. E pelamordedeus, não condeno, de jeito nenhum, quem tenha assim optado. É uma coisa minha, uma convicção só minha, experiências que quero aqui compartilhar, relatadas sob meu ponto de vista. 

O serviço doméstico em geral, para mim, é muito complicado. Contratar faxineira então, nem se fala. Passo por um processo duro de ter que abrir mão da minha intimidade, do meu canto, da minha independência para permitir que alguém circule pela minha casa. Tanto é que muitas vezes, como agora, prefiro executar todas as tarefas da casa simplesmente para não ter que abrir mão disto tudo. Uma rebeldia que me custa caro, mas por enquanto, está tudo sob controle (eu acho).

Com certeza, por isso, a dificuldade em aceitar uma babá tenha sido maior. Obviamente, que se contratasse uma, além de selecionar rigorosamente, gostaria que fosse uma profissional de qualidade, não uma aventureira, e que tivesse muito amor pela profissão e pela criança. Sinceramente, é aí que mora o perigo todo. Além de depender exclusivamente da pessoa para trabalhar, ou seja, se a babá adoecer ou por qualquer outro motivo faltar ao trabalho ou chegar atrasada, tudo desmorona (quem é mãe sabe exatamente o que é ter sua rotina desmoronada por um simples detalhe), tem ainda o fato de obrigatoriamente criar-se vínculos afetivos com seu filho, numa proporção tão intensa que pode ser confuso, para a criança, para a mãe e para a babá, em seus diversos papéis.

É claro que se a mãe, chegando do trabalho, parte para o seu papel integral, esses reflexos amenizam, e muito. Mas talvez, na prática, nem seja tão simples assim. Já vi de perto relatos dramáticos sobre esses vínculos naturalmente feitos, dia a dia, devagarzinho, quase sem perceber e que por instantes maiores do que o conveniente, geraram troca de papéis difíceis de reverter.

Já soube de criança de três anos que teve que ir a psicólogo para saber reconhecer sua mãe como mãe, e não a babá. Já vi babá chorar de saudade, junto com a criança, com a mãe assistindo à cena, sem reações. Já vi babá tomar lugar de mãe, educando e dando limites ao pequeno, muito além do necessário. Já soube de relatos de maus tratos também.

Isto tudo é muito complicado. A escolha entre a babá e a escola infantil é realmente um grande dilema e continuará sendo para todo sempre. Existem prós e contras para todos os lados. Mas eu, no meu mundinho e na minha pouca experiência, sou uma defensora árdua da escolinha infantil. Além de todo este lado estar resolvido, pois os vínculos são profissionais e passageiros, no limite certo do carinho e da responsabilidade, vem ainda a integração social, a brincadeira com amiguinhos da mesma idade, o treino para a paciência e para a não atenção exclusiva (sim, a vida é dura mesmo!), vem o 'saber dividir', vem o aprendizado e um salto no desenvolvimento intelectual (linguagem, reflexos, coordenação motora, fala, e tantos outros) impressionante.

Para a mãe, é muito mais fácil cobrar daquelas profissionais do que de uma babá que fica, sozinha, em sua casa, com seu filho. Saberia ela lidar bem com uma bronca daquelas? Ou uma cobrança mais forte? Não sei, são perguntas que nunca quis responder e já decidi rapidinho o que fazer. E - S - C- O - L - I - N - H - A.

Portanto, se você está neste dilema, e tenho muitas amigas, cunhadas, queridas, nesta situação, não hesite em optar por uma escolinha. Confesso que já conheci tantas profissionais de gabarito, dedicadas, responsáveis e incríveis que não vejo razão nenhuma para ter medo da escolha.

Seja criteriosa ao visitar as escolas, opte por alguma perto de seu trabalho (para as  emergências) e fique sempre muito atenta, todos os dias, em tudo que circunda a vida de seu filho, que o resultado é garantido!

Cuide-se



Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico, e nos serve de lição para enfrentar os problemas que nos afligem, nos cortam e nos tiram a paz.

Nossa saúde plena é o bem mais precioso. 

É o que nos permite lutar, manter, renovar, continuar e crescer.

Diz assim:

O resfriado ocorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as dúvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
O coração infarta quando chega a ingratidão.
As neuroses paralisam quando a 'criança interna' tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam a fronteira da imunidade.

Concluindo: a prevenção só depende de nós!
Cada criatura colherá da vida não só pelo que faz, 
mas também conforme esteja fazendo aquilo que faz.

(Autor desconhecido)

Bom fim de semana!



quinta-feira, 10 de março de 2011

Talento e inovação incomodam muita gente...


Algo que me incomodou muito esta semana foi o resultado do desfile das Escolas de Samba do Rio de Janeiro. Não quero aqui tecer considerações sobre esta ou aquela agremiação, nada de bairrismos ou sardinhas puxadas para o lado de quem quer que seja.

Quero esclarecer bem que não sou fanática nem torcedora de qualquer Escola de Samba.

Falo sobre talento. Um talento tamanho que não foi capaz de vencer o desfile. A Beija-Flor deve ter seus méritos, não sou técnica no assunto, sou apenas mais uma espectadora. Mas nada pode ser comparado ao carnavalesco Paulo Barros, da Unidos da Tijuca.

O que ele fez na Sapucaí não é comparável a nenhum outro espetáculo da mesma natureza. Talvez Joãozinho Trinta, décadas atrás, tenha sido tão inovador quanto ele, mas como era muito pequena, ainda não prestava muito atenção no assunto.

Lendo temas variados na internet, deparei-me com este texto de Zeca Camargo, o apresentador do Fantástico que foi flagrado cantando e vibrando na Avenida, ao longo do desfile da Tijuca. Ele redigiu com maestria exatamente o mesmo sentimento que tento repassar aqui agora, e que também senti ao ver campeã a Beija Flor.

Paulo Barros foi absolutamente fantástico. Conseguiu fazer com que meus olhos aguentassem firme, às três horas da manhã, o fim de seu desfile, tantas eram as surpresas que estavam na avenida. Um trabalho realmente excepcional, estupendo, magnífico, diferente de tudo o que já havia sido ali exposto, capaz de contagiar, encantar, surpreender...

Tomando por base a 'derrota' da Unidos da Tijuca consigo fazer uma analogia ao nosso próprio cotidiano, onde muitas vezes ousar significa ser rejeitado, quando demonstrar talento afasta e reprime, onde inovar acaba sendo interpretado como ultrapassar limites não permitidos.

Em seu texto, Zeca Camargo assim expôs: "No nosso dia-a-dia, somos cercados de “mais do mesmo”. Olhe aí, em volta de você agora, enquanto está lendo este texto. Tudo igual, todo mundo fazendo o que é mais confortável, seguindo o caminho mais fácil, tentando não chamar atenção… Não, assim não gosto – assim eu não acredito que a gente muda nada, que o mundo anda… Pelo contrário, é o próprio mundo que me provoca a pensar em tudo de um jeito diferente. E quem pensa assim comigo, já é meu herói. Como esse tal de Paulo Barros – o vencedor!"

E não é que é assim mesmo? Enquanto a Tijuca desfilava, ouvia horrorizada os comentários dos 'entendidos' dizendo que o desfile estava muito repetitivo, muitas alas coreografas, e que tudo parecia muito igual ao desfile do ano passado do mesmo carnavalesco. Ora, sinceramente, faça-me o favor! Se tivessem um décimo do talento de Paulo Barros, certamente teriam algo melhor a dizer.

Depois de assistir ao desfile da Tijuca, tudo pareceu-me muito sem graça, nada tinha o mesmo brilho, o mesmo encantamento... e nada conseguiu prender minha atenção àquele ponto.

Sou uma incansável admiradora do talento alheio. São estes talentosos, ousados e inovadores gênios que fazem o mundo andar, dar saltos à frente. São eles que impulsionam os que não tem coragem, eles que lideram as massas, que gritam primeiro, que arrancam suspiros, que emocionam, que encorajam, que fazem diferente.

Seja no Carnaval, na música, no cinema, na literatura, na pintura, escultura. Seja em casa, no trabalho, na praça, na reunião do condomínio. Seja no projeto social, na favela, no palácio, na política, no serviço público, nos hospitais. Seja na escola, no trânsito, no avião, no barco, na universidade. No restaurante, na praia, no circo... Em qualquer lugar, talentos devem e merecem ser reconhecidos, exaltados e aplaudidos sempre. 

Mesmo que os críticos, os especialistas e os famosos entendidos assim não compreendam. Mesmo que demore, mesmo que doa, mesmo que a vitória não chegue a tempo. Mesmo assim, é preciso reconhecer um talento e inovar sempre.

Disse Paulo Barros, numa entrevista antes do desfile: “O que eu quero fazer é uma grande festa. Mais do que ganhar o desfile, se eu conseguir levar um espetáculo deslumbrante em que todo mundo se divirta, eu vou ficar feliz”. 

Um talentoso sempre se satisfaz quando atinge os objetivos que ele mesmo traçou. Ele, com certeza, conseguiu os dele. Que assim sejamos todos nós, ao explorarmos nossos talentos. Que ninguém precise reconhecê-los, porque incomodam, invejam, ridicularizam.

Faça a sua parte que tudo fica certo! 


Ironicamente, o primeiro verso do samba enredo da Tijuca era: 'Tá com medo de quê?


Inspire-se, inove, faça, ouse... sem medo!

quarta-feira, 9 de março de 2011

Renascer


Este dia teve um significado especial para mim. Como Phênix renascendo das cinzas, também renasci hoje, ainda que só um pouquinho.

Revivi uma rotina que há muito tempo foi deixada para trás. E preenchi minha mente de boas ideias e de grandes esperanças. Extirpei falsas promessas e falsas pessoas. Aprendi a filtrar melhor o que está ao meu entorno.

Tenho uma pequena semente brotando, ainda tímida, mas esperançosa, ainda temerosa, mas valente, ainda pequena, mas com grandes perspectivas.

A cada passo, um novo começo, a cada volta, uma renovação, a cada recuo, mais força.

Assim estou agora. Renovada, renascida, realimentada.

O ano verdadeiramente começou, sob determinado aspecto...

segunda-feira, 7 de março de 2011

Eu desfilei na Escola de Samba


Pois não é que eu desfilei na Escola de Samba? Foi aqui mesmo, em Floripa. Adorei, muito divertido. Vou todo ano agora.


A melhor hora é a concentração, onde todos se reúnem, amigos e desconhecidos, vibrando e cantando o samba decorado (algumas partes nem tanto). A dificuldade maior foi transportar a fantasia da quadra até em casa, e depois até o desfile. O tal esplendor, aquela coisa que vai atrás, nas costas, pendurado na ombreira, era enooooorme, simbolizando um sol ou sei lá o que. Não cabia em lugar nenhum, no carro veio meio amassado, mas chegou. Duas penas caíram e foram coladas.



Durante o desfile, a fantasia ia despencando, por força de minha enorme motivação... sambava, rebolia e pulava, ao som da bateria, que é algo realmente indescritível. Parece que o coração vai pulsando no mesmo ritmo e você não consegue ficar parado.

A Escola em que desfilei tirou em último lugar, mas também não sei por que. O enredo tratava da dança, e minha ala representava as danças dos reis, com toda pompa e circunstância. O nome da ala era Luiz XV. Toda a escola estava muito bonita, os carros alegóricos enormes e bem decorados, animamos as arquibancadas. 

Tentei ao máximo ser filmada, mas não consegui. Foi igual a goleiro que escolhe o lado que vai cair pra agarrar o penalti e erra. Errei o lado da filmagem. Fiquei pelo lado esquerdo, bem próximo ao povão, e a câmera postou-se ao lado direito. Ah, tanta gente queria me ver, minha filha ficou desolada por não ter conseguido. Mas outros carnavais virão e ficarei mais craque nesta empreitada, prometo!

É tudo muito rápido. A passagem pela avenida anda a passos largos, não podemos atrasar a escola. Mas apesar disso, é tudo muito intenso e alegre.

Fiquei sem voz, praticamente. Logo depois do encerramento do desfile, começou a chover, aí a situação agravou-se para a minha garganta. Andamos muuuuuuuito até um local para fazer um lanche, passamos pelo centro da cidade, as pernas já estavam doendo. Resultado: o tal esplendor, ombreira e afins ficaram pelo caminho.

Chegamos em casa perto das 4 da manhã. Imagina só o estado em que fiquei no dia seguinte. Sinceramente, não tenho mais 18 anos, hahaha. Mas valeu, valeu demais.

Ano que vem vamos de novo... com uma turma maior ainda. E aí, quem se anima?

Dieta Coletiva - semana 10


Ora, ora, ora, pois então não cheguei à semana 10? Coisa incrível.

Mas não precisa elogiar não porque o negócio foi feio essa semana. Carnaval aproximando, saco cheio até o último grau, resultados pífios, enfim, tudo contribuiu para que a escorregada fosse em grau máximo.

Uma vez consultei um médico que dizia que gordo tem desculpa para tudo para comer mais. É o reveillon, a formatura, o fim de semana, o casamento, a festa, a depressão, a euforia, o carnaval, o churrasco com amigos... Então, se repararmos, tem desculpa para o ano todo, o tempo todo... sim, é real.

Então, com base nisso, deixo claro que não são desculpas, são apenas confissões.

O ano começa mesmo depois do carnaval, certo? Então a dieta também pode ser assim. Vou lembrar disso no ano que vem e deixar as restrições alimentares só para depois da folia... Brincadeira!

Apesar do pé na jaca, devo confessar que a maioria das minhas escolhas foram boas. O problema só foram os doces mesmo. O almoço e janta sempre foram leves, sem traumas, com muito verde e pouco carboidrato. Só não consegui resistir aos doces, principalmente tortinha de limão.

Vou cair na real a partir de quarta de cinzas...

sexta-feira, 4 de março de 2011

É carnaval!!!



Esse vídeo é em homenagem ao clima de carnaval, festivo, alegre e de muitas risadas.

Essa é minha filha dando suas gargalhadas com cinco meses. 

É o vídeo mais especial de meus arquivos.

Tem como resistir a essa gargalhada?

Que saudades desse momento lindo! 


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...