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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Eu tenho uma Beagle


Esta é a Flora, uma cachorrinha Beagle que compramos em abril/2010, para presentear minha filha. Esta foto é de quando ela recém tinha chegado. Hoje, confesso, que é difícil tirar uma foto dela, por isso fico devendo.

Eu já tinha outra cadela, Pastor Alemão, que guarda nossa casa muito bem obrigada. Mas diante da força e das brincadeiras não tão amigáveis de Légis (sim esse é o nome da pastor alemão), a Flora chegou com a incumbência de  trazer os benefícios da convivência de um animal com uma criança, que são inúmeros.

Esta é a Légis, com Helena em 2009, antes da chegada de Flora:

                                   

Eu já tive alguns cachorros na vida, Vicking (dobermann) e Yoshi (poodle), ambos 'in memoriam', mas a Flora é especial. Primeiro porque eu insisti muito para que ela viesse, maridão era meio contra no início. Depois, procurei incessantemente pela internet os milhares de anúncios disponíveis, até que encontrei uma foto dela. Foi essa aí de baixo, veja só:
 

A ninhada toda era lindinha, mas essa carinha de pidona me encantou, confesso.

O que mais diferencia a Flora dos outros cachorros, das outras raças, é a disponibilidade. Ela está sempre ativa, sempre disposta, e vez ou outra parece esboçar um sorrisinho com aquela boca engraçada que ela tem. Nunca cansa de brincar (até hoje venceu todas as vezes, ganhou todo mundo no cansaço), permite uns amassos e puxões de orelha de tão fofa que é. Não late, não rosna, até se mexer na comida dela. Parece uma pelúcia, certas vezes, fica quietinha para ganhar carinho, ao mesmo tempo que é espoleta suficiente para correr e brincar.

A raça Beagle é muito estigmatizada. Antes de comprá-la, muita gente me alertava...Olha, tem certeza? Beagle é muito difícil, tem muita energia, vai te deixar maluca é desobediente, meio burro...etc, etc.

Sinceramente, não vi nada disso. Embora o apelido dela aqui em casa seja 'tatu', pela quantidade de buracos que cava, não achei nada que a diferenciasse de outro filhote ativo e saudável. A pastor alemão era tão ativa quanto a Flora quando novinha. E as duas se dão muito bem. São companhia uma para a outra e deixou a vida de Légis, de 7 anos, mais animada e energizada.

É muito obediente, e sabe muito bem quando apronta. Não entra dentro de casa (sim, por aqui cachorro é cachorro, tudo bem?), não sai quando o portão abre, caminha comigo pelo lado esquerdo e senta direitinho se eventualmente eu paro. Adora um dengo e não dispensa uma cosquinha no pescoço. É muito companheira e não consigo descrever aqui o som da risada de minha filha quando brinca com ela... é realmente especial.

Mês que vem, Flora completa seu primeiro ano de vida. Para ela, para Légis, e para todos os meus anteriores cachorros, fica aqui a homenagem...



SE UM CACHORRO FOSSE SEU PROFESSOR :

Você aprenderia coisas assim:
Quando alguém que você ama chega em casa,
corra ao seu encontro.
Nunca perca uma oportunidade
de ir passear de carro.
Permita-se experimentar
o ar fresco do vento no seu rosto.
Mostre aos outros que
estão invadindo o seu território.
Tire uma sonequinha no meio do dia
e espreguice antes de levantar.
Corra, pule e brinque todos os dias.
Tente se dar bem com o próximo
e deixe as pessoas te tocarem.
Não morda quando um simples
rosnado resolve a situação.
Em dias quentes, pare e role na grama,
beba bastante líquidos
e deite debaixo da sombra de uma árvore.
Quando você estiver feliz,
dance e balance todo o seu corpo.
Não importa quantas vezes o outro te magoa,
não se sinta culpado...
volte e faça as pazes novamente.
Aproveite o prazer de uma longa caminhada.
Se alimente com gosto e entusiasmo.
Coma só o suficiente.
Seja leal.
Nunca pretenda ser o que você não é.
Se você quer se deitar embaixo da terra,
cave fundo até conseguir.
E o MAIS importante de tudo...
Quando alguém estiver nervoso ou triste,
fique em silêncio, fique por perto
e mostre que você está ali para confortar.

A amizade verdadeira não aceita imitações!!!

E NÓS PRECISAMOS APRENDER ISTO COM UM ANIMAL QUE, DIZEM, É IRRACIONAL...

"Olhe no fundo dos olhos de um animal e, por um momento, troque de lugar com ele. A vida dele se tornará tão preciosa quanto a sua e você se tornará tão vulnerável quanto ele. Agora sorria, se você acredita que todos os animais merecem nosso respeito e nossa proteção, pois em determinado ponto eles são nós e nós somos eles." Phillip Ochoa











segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Dieta Coletiva - semana 2


Seguem as primeiras impressões sobre minha estileta.

Da lista de providências da semana passada executei todos, menos um. Em contrapartida acrescentei outros dois objetivos. Relato a seguir.

O supermercado foi a primeira etapa. Troquei velhos hábitos e velhas compras por produtos inusitados e que não faziam parte do meu cardápio doméstico. Soja, lentilha, aveia, trigo, damasco, ameixa, castanhas. Água de coco e suco. 80% do carrinho era composto por vegetais e frutas, iogurtes e afins. Sinceramente, nunca me senti tão orgulhosa, mas fiquei com medo. Afinal, como ia passar o mês com isso? Nada de refrigerante, chocolates, massas, doces, bolachas e tudo mais.

Segue o ritmo. Chegando em casa, outro bloqueio. A geladeira. Constatei algo e encarei de frente. Minha geladeira sempre foi uma bagunça. E eu sempre quis uma geladeira de foto, daquelas com tudo organizado, combinando até os itens (ou tudo verde, ou tudo laranja, enfim). Escolhi o verde e o branco.

Prateleira superior, itens matinais. Uma cesta bem bonitinha com queijo branco, presunto, philadelphia (margarina foi abolida), e só. Logo abaixo, iogurtes. Depois, verduras frescas grandes como por exemplo couve flor, brócolis. Em cima da caixa de verduras, as comidas já prontas, devidamente armazenados em potes de vidro com tampa branca. E a caixa de verduras e frutas devidamente recheada com os mais variados itens. Na porta, ovos, água de coco, sucos, gelatinas.

Do lado da geladeira, uns potinhos fofos que comprei recheados de ameixa seca, damasco e sementes (castanha). Caixinha de chás revigorada.

A cesta de pães ganhou companheiros novos, pães fatiados com fibras. Foram embora a Nutella, o mel e doces de pão. Pães de queijo e pão comum também passarão uma temporada em outros lugares.

Esta parte da organização da geladeira foi acrescentada à lista inicial de tarefas. E fez uma bela diferença, acreditem. Mesmo se quisesse burlar a dieta, era impossível.

Balança comprada, dois quilos a menos ao final da semana. A nutricionista não contratei ainda. Sinceramente, não vi grande relevância em fazê-lo. Estou adaptando-me às mudanças e quero consolidar primeiro este meu novo estilo de vida. O plano de caminhada foi obedecido somente em duas vezes. Caminhei na segunda e na quinta feira. Quero aumentar o ritmo nesta semana.

Socialmente até que foi tranquilo, achei que ia ser pior. Nos eventos que fomos convidados, sempre tinha à disposição saladas e água. Então bastou completar o prato com itens dessa natureza, comendo apenas um pedaço de carne, complementado a salada. Da sobremesa, ainda não fugi, mas foi só no fim de semana (sorvete e um pedaço de bolo de chocolate #prontoconfessei). Acho que não cometi grandes pecados. O desafio do refrigerante foi superado. Uma semana sem refri. Bebida alcóolica foi espumante e vinho, em doses módicas, no fim de semana também.

Foi uma boa semana. Dois quilos a menos. O organismo sentiu a mudança, na hora do bolo de chocolate, no sábado, caiu como uma pedra e doeu o estômago. É o corpo estranhando e reclamando, natural. Senti uma leve desintoxicação e mais hidratação. Estou bebendo cerca de dois litros de água por dia, coisa impensável antes.

Receitas vegetarianas novas, muitas saladas. Maridão gostou e até a filha participou do novo cardápio. Achou o café da manhã lindo com prato de frutas e nem torceu o nariz (só um pouco) para o prato colorido demais, mas encarou. E gostou.

Vamos em frente, semana 2 chegou!

Os planos agora são:

1) consolidar os hábitos da semana 1

2) fazer feira duas vezes na semana, criar este hábito doméstico.

3) iniciar a experimentação do suco verde (dica da minha amiga Rita)

4) exercícios físicos três vezes na semana, duas só foi pouco.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Blogagem Coletiva: esmalte azul



Esmalte azul, para começar bem a semana que virá. Risqué Azul Hortênsia e o efeito metalizado com Claire's, especialmente trazido de Londres, por minha amiga Rita.

Rita querida, em sua homenagem, pintei-as hoje assim. Para que seus dias sejam sempre claros e brilhantes como o azul. 

Tal como a taça de sua mãe, que tão lindamente e com tanta honra me mostraste hoje, os cacos são colados e retornam ao seu lugar de origem, embora as marcas e cicatrizes sempre permanecerão lá, para lembrarmos que vivemos, sentimos e ainda pulsamos, sem negar o que sofremos.

Desejo imensamente que teus sonhos com ela se materializem, tal como idealizas.  Abrande seu coração... e tudo se acalma, como águas revoltas que encontram seu porto. Depois, tudo parecerá mais fácil e terno. 

Tua mãe vive, de outra forma, de outro jeito, mas vive e é eterna.

Grande beijo.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Subindo em árvore


Hoje minha filha subiu em um árvore pela primeira vez. Sim, cinco anos de vida. E nem preciso dizer o quanto ela adorou.

É claro que ela não estava sozinha. Meus instintos de mãe protetora não permitiriam, embora a tal árvore estivesse lotada, eu disse lotada, de crianças da mesma idade. Todos meninos, pensei eu, meninas são diferentes. Nem ligo de pagar mico e de ser a mãe chata dizendo. Cuidado hein filha, olha esse pé, coloca a mão ali, segura firme, etc, etc, etc.

Meu marido foi junto. Queria revelar os segredos de uma boa escalada de árvore. Ele sempre foi exímio escalador. Passou a infância toda subindo em árvore e comendo goiaba escondida. Aí é covardia competir com um ser (eu) que sempre foi rata de apartamento.

E foi lindo de ver.

Depois de algumas tentativas ele proclamou... melhor tirar a sandália filha, descalço é bem melhor. E assim foi. Pena eu não ter uma máquina fotográfica à mão para mostrar aqui todos os sorrisos deste fim de tarde especial.

Ela ficou encantada. Cada galho parecia um imenso desafio. Encorajada pelo pai, que a todo momento estava com ela, dando-lhe as coordenadas de onde colocar o pé, a mão e etc, foi indo e indo, até se sentir segura e desejar uma fruta pra comer lá em cima. Eu tinha uma maçã na lancheirinha que levei. E ela comeu lá, suas mordidas de maçã, embora quisesse mesmo uma banana para imitar o macaco que ela estava sentindo ser.

Macaco mesmo foi meu marido. Em determinado momento, após ver que sua filha estava segura e curtindo o momento no galho, lembrou dos tempos de infância e foi além. Escalou a tal árvore até os seus galhos mais altos. Tão altos que até a gurizada experiente que estava pendurada ficou boquiaberta. Helena, toda faceira, olhou para os recém colegas e disse: "Esse é o meu pai".

Foi maravilhoso compartilhar este momento. Ficará na minha memória para sempre.

Porcaria de calor


Tô no inferno. O verão é a estação mais chata para mim. Eu simplesmente odeio sentir calor. Suor no corpo, sol na moleira, pressão baixa, conta de luz nas alturas porque eu não consigo viver sem ar condicionado.

Entro no paraíso assim que o aparelhinho começa a gelar o ambiente.

Acho que as pessoas que adoram o calor tem um defeitinho de fábrica. No frio, é diferente, você enche o corpo de casacos, não há limites. Há um arsenal de utensílios que te afastam do frio. Agora, o calor...

Sai de casa... tudo bem, o carro tem ar condicionado, já é alguma coisa. Mas para em qualquer lugar que não tem estacionamento coberto, cinco minutinhos e pronto! O carro vira uma estufa ambulante e ligar o ar nestas condições é levar uma baforada quente no meio da fuça. Não adianta.

A ideia é ir para a praia? Ótimo, vamos lá. Encaramos um trânsito quilométrico (sim porque a mobilidade urbana em minha querida Floripa é inexistente), com sol na moleira e a marcha não saindo da primeira. Braço e mão queimando no volante... Tá bom, chegamos depois de quase duas horas de trânsito.

Beleza. Carro só conseguiu ficar no sol, sombras inexistentes. Na volta, outro suplício.

Aí vem a hora da mula carregadeira. Pega cadeira, guarda sol, bolsa, bola, outra cadeira, toalhas, frescobol, brinquedinhos de praia, máquina fotográfica, e sempre se esquece alguma coisa.

Segue a tropa. Filha começa a reclamar que o sol está quente demais e que o pé  queima (não quis botar a sandália?!). Ai, tá bom, arreia tudo, bota a sandália na criança...Tá bom assim filha? Falta o meu chapéu mãe. Beleza, chapéu na cabeça, vambora! (Entra em cena a mula carregadeira de novo).

Ai mãe, a sandália fica jogando areia para a minha perna aqui atrás! Ô filha, prefere queimar o pé nessa areia? Não mãe, tá bom, eu aguento.

Vamos.

Lugar escolhido. Praia lotadaça. Graças a Deus encontramos um lugar. Chega a vez da virginiana organizadora.

Estira a toalha, abre os brinquedinhos, as cadeiras, chinelos embaixo, bolsa na sombra (devidamente presa, porque a bandidagem está solta por aqui), ajeita a criança, filtro solar ok antes de sair, melhor reaplicar.

Ufa, sentei...Ahhhhhhhhhhhhhhhhh, esqueci o chapéu, sabia que tinha esquecido alguma coisa. Deixa pra lá, nem pensar em voltar aquilo tudo por causa de um chapéu, depois eu encaro o caladril mesmo.

(meia hora depois) - Mãe, tem milho verde? Tem filha, vou lá comprar. Água também, ou um suquinho bem gelado, água de coco... e um sorvetinho, pode ser?

Claro, tá um calorão né filha? A gente divide né? Tá bom.

(menos 40 reais depois). Ai mãe, tô toda suja de areia! Vai lá se lavar filha. Mas tá cheio de água viva na água, tenho medo. Ah é? Então a mãe pega um baldinho para te limpar...

(Ai, isso é descansar? Nem sentei ainda).

Aí chega aquela sua amiga linda, trezentos quilos mais magra que você...

Oi Isa, tudo bom? Tudo querida e você? (raiva!!!) Ainda bem que nem tinha tirado a saída de banho ainda. Nem vou tirar, depois dessa.

Duas horas depois, a filha cansa de brincar na areia, quer ir para o mar. Beleza. Vamos juntas. (Tira a saída de banho escondidinha e vai rapidinho pro mar (quanto mais rápido menos pessoas olham sua silhueta e seus defeitinhos corporais).

Momento bom, brincadeira na água, sempre desviando da água viva. Uma queimadinha dessas estraga a semana. Até que muitas águas vivas chegam perto de você e te expulsam do mar.

Ai, cansei disso aqui, vamos embora filha. Vamos mãe. Ótimo.

E entra em cena a mula carregadeira, o choro do pé queimado e da areia na perna, a reclamação do calor, a baforada quente na fuça ao entrar no carro e mais duas horas de engarrafamento.

êêê, chegou o verão. Que legal!

Ainda prefiro minha conta de luz nas alturas. Ar condicionado na veia e bombando aqui em casa

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Lista das blogueiras em Dieta Coletiva


Gente, eu não sabia que tinha tanta blogueira em dieta. Que animação! Fui dar uma passadinha básica no blog que encabeçou a parada e deparei-me com uma lista de mais de cem blogs!

Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!

Olha quanta gente!

72 - Nina Florence Barros - falta o blog
74 - Jane Assafim - falta o blog
76 - Ana Lúcia - Tia Maluca
132 - Renata - Não tem blog
134 - Leila Urzedo - Sem Blog

Eu tô ali no meio, sou a de número 112, firme e forte. Vou dar uma passadinha em cada uma delas para vez a quantas anda a Dieta coletiva para dar aquela força, angariar receitas e tudo mais. Tenho 161 possibilidades de novas amizades, não é o máximo?


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Material Escolar


Hoje fui comprar o material escolar de minha filha. Sim, sim, estou adiantada, não se apavorem. Gosto de me adiantar porque pego lojas vazias e atendentes ainda bem humoradas.

Mas há uma razão além de eu comprar estes itens tão cedo. Eu simplesmente AMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO comprar material escolar. Sempre curti, desde a minha infância. Lápis, canetinha hidrocor, giz de cera, cadernos, mochilas, pastas, trequinhos mil, papel de todas as cores, livros, enfim. Tudo o que diz respeito à escola eu adoro.

Eu cresci e apesar dos meus quase 34 anos, continuo curtindo estes itens. Adoro escolher, padronizar com cores e personagens, encapar livros e cadernos. Nem ligo o quanto custa a lista toda. Investimento na educação de minha filha nunca será um gasto. É um prazer tão grande quanto comprar um sapato novo, uma bolsa, ou qualquer outra coisinha de mulher que tanto nos faz bem.

Acredito que este amor e carinho pelos itens da escola, que certamente foi cultivado em mim pela minha querida mãe, fizeram a diferença na minha história escolar e acadêmica. O respeito pelos cadernos, pelos livros e por tudo que diz respeito à escrita e papelaria persistem até hoje. Jamais fui capaz de escrever em um livro ou danificá-lo. Nem mesmo jogar fora era permitido. As minhas coleções de leis já revogadas ainda povoam minha estante, mesmo não servindo para nada.

Cultivo este mesmo sentimento em minha filha, que agora em fevereiro irá para o 1º ano (que emoção). Certamente, ela amadurecerá este ano as letras, palavras, a leitura e a escrita que agora estão apenas nos ensaios. Está fazendo efeito, ela também curte e adora uma livraria. Troca qualquer brinquedo por algumas horas manuseando livros, concentradíssima.

Essa foto aí é de quando ela tinha quatro meses, sentada apenas escorada em almofadas, de tão molinha que ainda era, analisando seriamente as cores do seu primeiro livrinho (de pano):



Que este seu amor pelos livros permaneça sempre em seu coração, minha linda filha! Eles são nossos eternos companheiros e só fazem bem!

Que 2011 seja o seu ano de descobertas no mundo das letras, da escrita e da leitura. Um universo todo novo se abrirá à sua frente e estarei do seu lado, para aplaudi-la e incentivá-la, sempre! 

A para encerrar, uma homenagem ao caderno, do poeta Toquinho:

Para reflexão


Pergunta: A destruição é uma lei da Natureza?
Resposta dos Espíritos - É necessário que tudo se destrua para renascer e se regenerar, porque isso a que chamais destruição não é mais que transformação, cujo objetivo é a renovação e o melhoramento dos seres vivos.

P: O instinto de destruição teria sido dado aos seres vivos com fins providenciais?
R - As criaturas de Deus são os instrumentos de que Ele se serve para atingir os seus fins. Para se nutrirem, os seres vivos se destroem entre si e isso com o duplo objetivo de manter o equilíbrio da reprodução, que poderia tornar-se excessiva, e de utilizar os restos do invólucro exterior. Mas é apenas o invólucro que é destruído e esse invólucro não é mais que acessório, não a parte essencial do ser pensante, pois este é o princípio inteligente indestrutível, que se elabora através das diferentes metamorfoses por que passa.

P: Se a destruição é necessária para a regeneração dos seres, por que a Natureza os cerca de meios de preservação e conservação?
R - Para evitar a destruição antes do tempo necessário. Toda destruição antecipada entrava o desenvolvimento do principio inteligente. Foi por isso que Deus deu a cada ser a necessidade de viver e de se reproduzir.

P: Por que, ao lado dos meios de conservação, a Natureza colocou ao mesmo tempo os agentes destruidores?
R - O remédio ao lado do mal; já o dissemos, para manter o equilíbrio e servir de contrapeso.

P: A necessidade de destruição é a mesma em todos os mundos?
R - É proporcional ao estado mais ou menos material dos mundos e desaparece num estado físico e moral mais apurado. Nos mundos mais avançados que o vosso, as condições de existência são muito diferentes.

P: A necessidade de destruição existirá sempre entre os homens na Terra?
R - A necessidade de destruição diminui entre os homens à medida que o Espírito supera a matéria; é por isso que ao horror da destruição vedes seguir-se o desenvolvimento intelectual e moral.

P: No seu estado atual, o homem tem direito ilimitado de destruição sobre os animais?
R - Esse direito é regulado pela necessidade de prover à sua alimentação e à sua segurança; o abuso jamais foi um direito.

P: Que pensar da destruição que ultrapassa os limites das necessidades e da segurança; da caça, por exemplo, quando não tem por objetivo senão o prazer de destruir, sem utilidade?
R - Predominância da bestialidade sobre a natureza espiritual. Toda destruição que ultrapassa os limites da necessidade é uma violação da lei de Deus. Os animais não destroem mais do que necessitam, mas o homem, que tem o livre-arbítrio, destrói sem necessidade. Prestará contas do abuso da liberdade que lhe foi concedida, pois nesses casos ele cede aos maus instintos.

P: Os povos que levam ao excesso o escrúpulo no tocante à destruição dos animais têm mérito especial?
R - É um excesso, num sentimento que em si mesmo é louvável, mas que se torna abusivo e cujo mérito acaba neutralizado por abusos de toda espécie Eles têm mais temor supersticioso do que verdadeira bondade.

Fonte:
Livro dos Espíritos – Allan Kardec
Livro Terceiro (As Leis Morais)
Cap. VI – Lei de Destruição
Item I – Destruição Necessária e Destruição Abusiva
Extraído do blog Espíritas na Net

Recadinho básico


Nem precisa comentar, não é mesmo?

Muitas vezes, uma imagem vale mais do que mil palavras...
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